domingo, 19 de abril de 2015
O que é a verdade?
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
I need to believe...
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Descobri que sou
quinta-feira, 15 de março de 2012
Hearing
E não é que acertou?!
terça-feira, 13 de março de 2012
Escapadela
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Resiliência
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Sei, mas não.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
«Searching for a place to belong»
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
"what can You lose"
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
What's the problem today about honesty?
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
"Sunlit Tree"

«- A tua colega já não me é necessária, já a usei para o que precisava. Agora sou como a Floribela, linda e maravilhosa. Também sei fazer beicinho e agarrar nas pontas da saia. E rodar, rodar, rodar... em torno da estatueta de mercúrio. Sou prendada e um autêntico McGyver feminino, arranjo solução para tudo e não me faltam ideias!»
O que eu gostava de ser assim, às vezes...
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
«Everything Will Flow»
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Hannah - primeiro episódio
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Lost in translation
Dou por mim a pensar que a tradução de uma língua para outra não é mais difícil do que a nossa própria. Quantos erros já cometi ao «traduzir» algo que me disseram na minha própria língua? Imensos. Tantos ou mais do que para o francês ou o inglês. Displicentemente, todos achamos graça e empregamos a expressão: «a língua portuguesa é traiçoeira.». Mas é um facto. É mesmo, mesmo. Outros, nas suas línguas maternas, queixar-se-ão do MESMO. Pondero seriamente a possibilidade de ser algo inerente à raça humana. Pensamos com o coração e não com a razão, na maior parte das vezes. Partilho da ideia de Unamuno quando este proferiu que o homem «é um animal afectivo ou sentimental» (in 'Do Sentimento Trágico da Vida’ ). Efectivamente, o que nós temos de racional? Muito pouco. No fim, nada importa a não ser o que sentimos, por mais irracional que o seja.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Rewind

- A nós, a quem gosta de nós e o resto que se ….
quinta-feira, 8 de abril de 2010
«New vision...»

Lying on the grass, feeling the sorrowndings, allowing to face the fear, trimbling of panic. On the top of the roof, hundred million little stones falling down, making my brain stun with the irregular noise, wondering if I was imagining things: the cry of a baby, the falling from a tree, pictures that make no sense at all, writing down notes, over and over again. Spreading my madness to my loved ones. Wanting/waiting to kill/love them. Biting my neck and swallowing my blood.

terça-feira, 9 de março de 2010
Caixa de fósforos

Pensa na caixa de fósforos. Ele desaparecera na mesma. Sente falta do calor. A semana que se avizinha, reserva-lhe turnos extenuantes. Tenta abstrair, embrenhando-se na leitura de um livro que seja. A sua agitação interior e permanente, acaba por arruinar o seu ensejo: aquele é o seu calmo lugar, a sua concha, a sua almofada, o seu incenso, o seu xanax.
Katie Melua escolta os seus pensamentos. A música joga a figura parental na sua vida. Apoio no luto e na alegria. Ultimamente, tem-se apaixonado cada vez mais por jazz. Mas de tudo escuta um pouco.
Espreita pela janela: as nuvens afastam-se num burburinho pouco ritmado. Abrem-se brechas e os raios espreitam constrangidos e com receio da chuva, senhora e rainha da época. Wet, wet, wet…
Sai de casa e enterra os pés na areia, curiosamente, já seca. Desenha o contorno do pé direito e rodopia pelas dunas, sentindo o vento e a brisa do mar baterem-lhe na face. Respira profundamente e sente o seu coração a ganhar vida.
Perscruta o horizonte, ao longe a esplanada. O sol aconchega as cadeiras e as mesas. Vai no seu encalço e já esplendorosamente sentada, pede um alto douro com um travo de limão.
A caixa de fósforos não lhe abandona o entendimento. Acena na direcção das amigas que acabam de aparecer no seu campo de visão. As gajas! Ri-se. Seres únicos que, tal com dissera Cícero, não existem para serem compreendidas, mas antes para serem amadas. Muitos Deles não sabem disso, obviamente. Elas sabem, certamente. Se necessário, até brincam com o facto.
Maria sabe, com toda a certeza, mesmo tendo sofrido no passado. Tivesse sido aberta a caixa de fósforos três anos antes e tudo seria hoje bem mais claro! Ele desapareceria, na mesma, sim. Mas desta vez, Para Todo O Sempre.







