sexta-feira, 18 de novembro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
A TODOS ..........
Por isso, para 2011, mandem o dinheiro directamente!
Obrigada!
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Como passar o tempo...
segunda-feira, 17 de maio de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
E porque existem Amores Eternos # 7
Este Benfica é uma desilusão - Por Ricardo Araújo Pereira
PRIMEIRO, foram as contratações. Como podiam ser boas se o Benfica faz contratações todos os anos e não tem ganho grande coisa? E a este raciocínio, que seria excelente se não fosse falacioso, seguiram-se outras considerações. Um espanhol por sete milhões? Um absurdo. Se fosse bom, o Real Madrid ficava com ele. Saviola? Um bluff, disseram uns. Vem passar férias e é tão mau jogador como Aimar, disse um candidato a presidente do Benfica. Um homem com visão.
Depois, foi o treinador. Era inexperiente, não tinha categoria e foi contratado fora de tempo. Fez um trabalho apenas regular no Braga, disseram uns. Iria ser dos treinadores mais rapidamente despedidos da História, disse um candidato a presidente do Benfica - para quem o treinador ideal era Carlos Azenha (por coincidência, um dos treinadores mais rapidamente despedidos da História).
E a seguir foi a maldita pré-época. Que interessava ganhar todas as competições? Muitas vezes, as equipas que fazem as melhores exibições na pré-época são as que jogam pior no campeonato, disseram uns. O candidato a presidente do Benfica é que nunca mais disse nada, o que é pena.Depois, vieram os primeiros jogos do campeonato. Sim, a equipa joga bem, mas é demasiado cedo para estar a jogar bem, disseram uns. Ao que parece, as boas exibições têm o seu tempo, e não é este. O Benfica, por incompetência ou ingenuidade, cometia a estupidez de jogar bom futebol. Logo a seguir, veio a primeira goleada - curiosamente, a maior das últimas décadas. Não impressionou.
Normalíssimo, disseram uns. No ano passado também deram seis ao Marítimo e depois ficaram dois meses sem marcar, disseram outros. Havia que esperar pela semana seguinte. E então, esperou-se. Infelizmente, houve nova goleada. E depois, nova vitória. Os reforços são óptimos, o treinador é muito competente, a pré-época cumpriu as suas promessas, e as goleadas persistem. Não se faz. É muito aborrecido quando a realidade contraria sistematicamente os desejos das pessoas. Julgo que este Benfica deve um pedido de desculpas a muita gente.
Até aos benfiquistas, que também estão desiludidos. Que graça tem estar a ganhar por três ao quarto de hora? Que sentido faz um adepto ter de pedir ao companheiro do lado que lhe ausculte o peito, a ver se o coração continua a bater? Não há um resultado tangencial que o sobressalte, um contra-ataque perigoso que o faça palpitar, uma bola na trave que o obrigue a dar sinal. O sr. Jorge Jesus e os seus pupilos têm consciência das dores musculares com que um ser humano fica quando é forçado a levantar-se de um salto oito vezes no espaço de uma hora e meia? Eu pago para ver futebol, não é para fazer aeróbica. Aviso já que vou passar a levantar-me apenas de três em três golos, uma vez que não tenho preparação física para acompanhar esta equipa. Espero em breve levantar-me por cinco vezes. Como sabem, ando há muito tempo a desejar um
Nota máxima em Português
A reinvenção da escrita, por um árbitro de futebol.
RELATÓRIO DE ÁRBITRO (VERÍDICO)
Dá para entender porque é que não são públicos estes relatórios...
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Somos originais e criativos mesmo!

quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Professores

Deliciem-se...
Texto notável de Ricardo Araújo Pereira!
Profs....a culpa é deles!
Neste momento, é óbvio para todos que a culpa do estado a que chegou o ensino é (sem querer apontar dedos) dos professores. Só pode ser deles,aliás.Os alunos estão lá a contragosto, por isso não contam. O ministério muda quase todos os anos, por isso conta ainda menos. Os únicos que se mantêm tempo suficiente no sistema são os professores. Pelo menos os que vão conseguindo escapar com vida.É evidente que a culpa é deles.E, ao contrário do que costuma acontecer nesta coluna, esta não é uma acusação gratuita. Há razões objectivas para que os culpados sejam os professores.
Reparem: quando falamos de professores, estamos a falar de pessoas que escolheram uma profissão em que ganham mal, não sabem onde vão ser colocados no ano seguinte e todos os dias arriscam levar um banano de um aluno ou de qualquer um dos seus familiares.O que é que esta gente pode ensinar às nossas crianças? Se eles possuíssem algum tipo de sabedoria, tê-Ia-iam usado em proveito próprio. É sensato entregar a educação dos nossos filhos a pessoas com esta capacidade de discernimento?Parece-me claro que não. A menos que não se trate de falta de juízo mas sim de amor ao sofrimento.O que não posso dizer que me deixe mais tranquilo. Esta gente opta por passar a vida a andar de terra em terra, a fazer contas ao dinheiro e a ensinar o Teorema de Pitágoras a delinquentes que lhes querem bater. Sem nenhum desprimor para com as depravações sexuais -até porque sofro de quase todas -, não sei se o Ministério da Educação devia incentivar este contacto entre crianças e adultos masoquistas. Ser professor, hoje, não é uma vocação; é uma perversão. Antigamente, havia as escolas C+S; hoje, caminhamos para o modelo de escola S/M. Havia os professores sádicos, que espancavam alunos; agora há os professores masoquistas, que são espancados por eles. Tomando sempre novas qualidades, este mundo. Eu digo-vos que grupo de pessoas produzia excelentes professores: o povo cigano. Já estão habituados ao nomadismo e têm fama de se desenvencilhar bem das escaramuças. Queria ver quantos papás fanfarrões dos subúrbios iam pedir explicações a estes professores. Um cigano em cada escola, é a minha proposta. Já em relação a estes professores que têm sido agredidos, tenho menos esperança. Gente que ensina selvagens filhos de selvagens e, depois de ser agredida, não sabe guiar a polícia até à árvore em que os agressores vivem,claramente, não está preparada para o mundo.
Ricardo Araújo Pereira in Opinião, Boca do Inferno, Revista Visão
sexta-feira, 24 de julho de 2009
..e quem escreve é um titular!!!!
Ser-se avaliado em Professor Excelente não é a mesma coisa que ser-se um excelente professor.
E não é fácil, um professor ser avaliado em EXCELENTE!
É difícil, muito difícil mesmo e, numa escala de valores, ser EXCELENTEé ainda mais do que ser-se MUITO BOM. Eu disse mesmo M-U-I-T-O--B-O-M; não disse BOM.
Ser-se portanto EXCELENTE é o mesmo que ser-se perfeito, distinto, notável, admirável, brilhante, magnífico, óptimo. São sinónimos que o qualificam extraordinariamente, que o qualificam como O MELHOR de entre aqueles que já sãoMUITO BONS.
Tal como o Ministério preconiza, os professores titulares têm obrigação de ter as maiores responsabilidades nas escolas porque os considera melhores que os outros; então, também deve caber aos professores EXCELENTES serem os mais responsáveis em todo o processo ensino/ aprendizagem e em todas as funções e tarefas do contexto escolar.
E se um professor titular, de acordo com o ministério, já é do melhor que existe numa escola, então, um professor TITULAR EXCELENTE é muito mais! Além de distinto, perfeito, admirável, notável, brilhante, magnífico e óptimo, ainda tem mais um atributo: ser TITULAR. Este título não é para muitos!
E, mesmo, ser-se apenas EXCELENTE já haverá poucos, muito poucos!
Posto isto, gostaria de propor para análise aos colegas deste Conselho Pedagógico o seguinte: aos professores que, nesta fase, forem avaliados em EXCELENTE, sejam eles titulares ou não, deverão, a partir do próximo ano lectivo, leccionar as turmas mais «difíceis» da escola, bem como direcções de turma e cursos que só eles, pelas suas reconhecidas qualidades evidenciadas neste rigoroso processo que tem sido a avaliação de desempenho docente, serão capazes de resolver ou minimizar problemas da melhor forma, contribuindo, assim, para que a escola seja também melhor. O rigor desta avaliação deu-lhes esse direito. É por isso que vão ser beneficiados na pontuação para concursos, no concurso para titulares, em prémios pecuniários, ... É por serem EXCELENTES, por serem os MELHORES DOS MELHORES, por serem perfeitos, distintos, notáveis, admiráveis, brilhantes, magníficos e óptimos que devem mostrar aos outros como se deve fazer.
Não é pois justo nem razoável que a escola deixe escapar este capital de conhecimentos mantendo os restantes professores com turmas difíceis e funções e tarefas complicadas, aparentemente bons professores, é verdade, mas incapazes de evidenciar os dotes que, em rigor, os professores EXCELENTES foram capazes de demonstrar nesta avaliação criteriosa dirigida ao desempenho de cada docente.
Certo da melhor atenção dos colegas e consciente da importância desta análise, solicito que, após reflexão devida, esta proposta baixe aos Departamentos e deles seja considerado o conjunto de opiniões formuladas.
Francisco Teixeira Homem, professor titular
terça-feira, 14 de julho de 2009
Não aguento mais...

chorar a rir... ou rir a chorar...
«Os escravos dos romanos eram fabricados em África, mas não eram de boa qualidade.» (Racista... só os fabricados na China é que são bons não?!)
«Princípio de Arquimedes: qualquer corpo mergulhado na água, sai completamente molhado.» (disso não há dúvida nenhuma)
E há mais....

«A Terra vira-se nela mesma, e esse difícil movimento chama-se arrotação.»
«Lenini e Stalone eram grandes figuras do comunismo na Rússia.»
«Para fazer uma divisão basta multiplicar subtraindo.» (atenção, não tentem fazer isto em casa, pode ser perigoso... pelo menos complicado é! Pelo sim pelo não peçam esclarecimentos ao futuro professor catedrático de análise matemática)
«O telescópio é um tubo que nos permite ver televisão de muito longe.» (o tipo deve ser "espião" da vizinhança, sinceramente... já ninguém quer aderir ao MEO... anda tudo a "chular" os vizinhos. Será que com o telescópio conseguiu ver a grande penalidade fora da área?!)
As melhores frases dos piores alunos

Chorar ou rir, escolham....
«O metro é a décima milionésima parte de um quarto do meridiano terrestre e para o cálculo dar certo arredondaram a Terra!» (Ups! Até eu me vi atrapalhada para fazer o cálculo. Imaginação tem ele... vai ser matemático com certeza, Portugal precisa de matemáticos com imaginação)
«O nosso sangue divide-se em glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e até verdes!» (acho que faltam os Azuis!! Ah, mas esses com o apito dourado andam em fuga)
«O pai de D. Pedro II era D. Pedro I, e de D. Pedro I era D. Pedro 0» (E antes foi o Pedro -1, já agora)
«Em 2020 a caixa de previdência já não tem dinheiro para pagar aos reformados, graças à quantidade de velhos que não querem morrer.» (São uns chatos os velhos! Se o Sócrates topa o "jogo" deles...)
«O hipopótamo comanda o sistema digestivo e o hipotálamo é um bicho muito perigoso.» (nem sei que diga... se a protecção dos animais descobre estamos todos tramados)
terça-feira, 7 de julho de 2009
Spechless

A redacção que se segue foi escrita por um candidato numa selecção de Pessoal na Volkswagen. A pessoa foi aceite e o seu texto está a fazer furor na Internet, pela sua criatividade e sensibilidade.
«Já fiz cócegas à minha irmã só para que deixasse de chorar, já me queimei a brincar com uma vela, já fiz um balão com a pastilha que se me colou na cara toda, já falei com o espelho, já fingi ser bruxo. Já quis ser astronauta, violinista, mago, caçador e trapezista; já me escondi atrás da cortina e deixei esquecidos os pés de fora. Já roubei um beijo, confundi os sentimentos, tomei um caminho errado e ainda sigo caminhando pelo desconhecido. Já raspei o fundo da panela onde se cozinhou o creme, já me cortei ao barbear-me muito apressado e chorei ao escutar determinada música no autocarro. Já tentei esquecer algumas pessoas e descobri que são as mais difíceis de esquecer.
Já subi às escondidas até ao terraço para agarrar estrelas, já subi a uma árvore para roubar fruta, já caí por uma escada. Já fiz juramentos eternos, escrevi no muro da escola e chorei sozinho na casa de banho por algo que me aconteceu; já fugi de minha casa para sempre e voltei no instante seguinte. Já corri para não deixar alguém a chorar, já fiquei só no meio de mil pessoas, sentindo a falta de uma única. Já vi o pôr-do-sol mudar do rosado ao alaranjado, já mergulhei na piscina e não quis sair mais, já tomei whisky até sentir os lábios dormentes, já olhei a cidade de cima e nem mesmo assim encontrei o meu lugar. Já senti medo da escuridão, já tremi de nervos, já quase morri de amor e renasci novamente para ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e senti medo de me levantar. Já apostei a correr descalço pela rua, gritei de felicidade, roubei rosas num enorme jardim, já me apaixonei e pensei que era para sempre, mas era um 'para sempre' pela metade. Já me deitei na relva até de madrugada e vi o sol substituir a lua; já chorei por ver amigos partir e depois descobri que chegaram outros novos e que a vida é um ir e vir permanente. Foram tantas as coisas que fiz, tantos os momentos fotografados pela lente da emoção e guardados nesse baú chamado coração... Agora, um questionário pergunta-me, grita-me desde o papel:
- Qual é a sua experiência?
Essa pergunta fez eco no meu cérebro. Experiência.... Experiência... Será que cultivar sorrisos é experiência? Agora... agradar-me-ia perguntar a quem redigiu o questionário:
- Experiência?! Quem a tem, se a cada momento tudo se renova???»
















