Páginas

Mostrar mensagens com a etiqueta Cultura. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Cultura. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 24 de maio de 2010

A Literatura Alemã até a Segunda Guerra Mundial


Um sofá-dicionário na Feira do Livro de Frankfurt em 2003

«País de longa tradição literária, a Alemanha tem uma literatura expressiva, desde a Idade Média, passando pelos irmãos Grimm, Goethe e Schiller, até Thomas Mann e Günter Grass, dois dos oito prêmios Nobel de Literatura.

Com cerca de 2 mil editoras e mais de 4 mil livrarias, a Alemanha tem um dos maiores mercados editoriais do mundo. O número de novos lançamentos cresce a cada ano, tendo atingido cerca de 96 mil títulos em 2007. A maior fatia é de literatura e ficção, com destaque para os livros de bolso. Mas grande também é o volume de livros infanto-juvenis e de não-ficção.
A Feira Internacional do Livro, em Frankfurt, a maior do mundo, é o grande acontecimento anual em torno da literatura. O Prêmio Literário Georg Büchner é considerado o mais importante do país. Já o Prêmio da Paz do Comércio Livreiro Alemão é concedido não apenas a escritores alemães.»

Ver mais em: http://www.dw-world.de/dw/article/0,,1138701,00.html

segunda-feira, 3 de maio de 2010

"O Dia das Mães também designado de Dia da Mãe teve a sua origem no princípio do século XX, quando uma jovem norte-americana, Anna Jarvis, perdeu sua mãe e entrou em completa depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória da mãe de Annie com uma festa. Annie quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas. Em pouco tempo, a comemoração e consequentemente o Dia das Mães se alastrou por todos os Estados Unidos e, em 1914, sua data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson: dia 9 de Maio.Dados Históricos: A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.
[...]Em Portugal, o Dia das Mães é celebrado no primeiro domingo de Maio."
(Fonte: Wikipédia)

Foto: CPLP_ Marta Ferreira

Mãe

No mais fundo de ti.
eu sei que traí, mãe!

Tudo porque já não sou
o retrato adormecido
no fundo dos teus olhos!

Tudo porque tu ignoras
que há leitos onde o frio não se demora
e noites rumorosas de águas matinais!

Por isso, às vezes, as palavras que te digo
são duras, mãe,
e o nosso amor é infeliz.
Tudo porque perdi as rosas brancas
que apertava junto ao coração
no retrato da moldura!
Se soubesses como ainda amo as rosas,
talvez não enchesses as horas de pesadelos...
Mas tu esqueceste muita coisa!
Esqueceste que as minhas pernas cresceram,
que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração
ficou enorme, mãe!

Olha, queres ouvir-me?:
às vezes ainda sou o menino
que adormeceu nos teus olhos..
ainda aperto contra o coração
rosas tão brancas
como as que tens na moldura..

ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
no meio de um laranjal...
Mas - tu sabes! - a noite é enorme
e todo o meu corpo cresceu...
Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber.
Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas...

Boa noite. Eu vou com as aves!

de, Eugénio de Andrade in "Os Amantes Sem Dinheiro"

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Movies that make dissemblance




Cada um no seu género, não fossem dois realizadores muito sui generis : Lars von Trier e Michael Haneke. The AntiChrist e The White Ribbon, dois bons filmes para quem gosta de fugir aos filmes comerciais. Boa imagem, fotografia, argumento, boas actuações, música envolvente, traduz duas sessões bem apreciadas.


terça-feira, 16 de março de 2010

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Teatro e Cinema


Finalmente, após ter visto frustrada a minha primeira tentativa, consegui ir ver a peça:
CAVEMAN - Mim caçar, Tu colher! (Autoria: ROB BECKER | Encenação: ANTÓNiO PiRES | Interpretação: JORGE MOURATO | Tradução/adaptação: FELIPA MOURATO.)
Apesar de não ser fã dos livros de BECKER, apreciei o texto e a interpretação de Mourato. Não contive algumas gargalhadas, todavia confesso que o desenlace está longe da realidade que se pretende (penso eu de que...) retratar.


Em contrapartida, assisti ao filme «Louca por compras» sem grandes expectativas. Pensei: mais um daqueles filmes americanos para comer pipocas. Até pode ser. Não há grandes desempenhos, nem nada que o destaque especialmente para um Óscar (se bem que não ligo muito a isso nos filmes que escolho ver), contudo há algo inegável: o consumismo imensurável do nosso quotidiano. Contra mim falo, algumas vezes dou por mim a comprar algo que não tinha planeado e que tenho consciência que é supérfluo e desnecessário. Faz pensar um pouco no que nos move e para onde caminhamos. Já é alguma coisa. Só por isso valeu a pena.

Experimenta Design 2009 Lisboa


Bem, o tempo tem sido curto para escrever, com tanto trabalho e coisas para ver. Daí este post já vir desactualizado, porém não podia deixar de fazer esta referência, dado ter «experienciado» alguns destes espaços e este conceito. Congratulo o evento e agradeço por terem proporcionado momentos de cultura, inovação e criatividade. Eu deambulei e fui apanhada e quase arrancada à força, especialmente, de uma exposição: «Lapse in Time».

Deixo aqui alguns textos retirados da net:

Há duas formas de pensar o tema “It’s About Time”. Num sentido literal, tudo se relaciona com tempo. O tempo é um factor omnipresente. Mas enquanto expressão idiomática, “It’s About Time” remete para uma ideia de urgência: “está na hora de fazer alguma coisa, de tomar uma atitude”. A EXD'09/LISBOA articula estas duas abordagens do seu tema num programa desafiante: reflectir sobre o papel do tempo no design e nas disciplinas projectuais. A urgência é óbvia. Por um lado, parece não haver tempo para confrontar as questões prementes de um mundo à beira do colapso económico e ecológico.

Seguindo a lógica autoral da exposição, com curadoria do alemão Hans Maier-Aichen, a publicação Lapse in Time representa um complemento aos conteúdos expositivos. Com uma abordagem poética, foi desenhada por Piero Glina e Daniel Schludi, combinando sedutoras imagens a preto e branco que revelam pormenores não detectáveis na visita à exposição. Com fotografias de Lisboa actual, integra textos que ilustram statements conceptuais dos participantes. Dezoito designers desafiantes de todo o mundo apresentam os seus mais recentes trabalhos que expandem e confundem as fronteiras tradicionais do design de produto, levando-o ao limiar da arte, ciência, sustentabilidade, ecologia e referente sociocultural.

Nota máxima em Português

A reinvenção da escrita, por um árbitro de futebol.
RELATÓRIO DE ÁRBITRO (VERÍDICO)

Dá para entender porque é que não são públicos estes relatórios...

"O jogador da equipa visitada, Micolli, desmandou-se em velocidade tentando desobstruir-se no intuito de desfeitear o guarda-redes visitante. Um adversário à ilharga procurou desisolá-lo, desacelerando-o com auxílio à utilização indevida dos membros superiores, o que conseguiu. O jogador Micolli procurou destravar-se com recurso a movimentos tendentes à prosecução de uma situação de desaperto mas o adversário não o desagarrava. Quando finalmente atingiu o desimpedimento desenlargando-se, destemperou-se e tentou tirar desforço, amandando-lhe o membro superior direito à zona do externo, felizmente desacertando-lhe. Derivado a esta atitude, demonstrei-lhe a cartolina correspectiva."

Extracto do relatório do árbitro Carlos Xistra relativo à apresentação do cartão amarelo ao jogador Micolli do Benfica.

domingo, 19 de julho de 2009

Sunday morning


Deambular por Belém e ir ao CCB. Finalmente visitar as exposições do Museu Berardo. Poucas horas de sono, mas uma manhã fantástica. Estar ao lado da figura em carne e osso, Mister Berardo himself, achando que despite all the things people may say, there's a friendly person. Trouxe-nos valias que poderia ter escondido e não ter partilhado. Cumprimenta quem percorre o espaço por si criado, sem necessidade de o fazer, se assim o entendesse. A cultura é isso mesmo: partilha. Tenha ela a origem que tiver. JJ, thank you for the lovely company: GOD and DOG, absolutly wonderful!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

DEFICIÊNCIAS




'Deficiente' é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

'Louco' é quem não procura ser feliz com o que possui.
'Cego'
é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

'Surdo' é aquela que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

'Mudo' é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

'Paralítico' é quem não consegue andar na direcção daqueles que precisam de sua ajuda.

'Diabético' é quem não consegue ser doce.

'Anão' é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:

' A amizade é um amor que nunca morre.
Mário Quintana


sábado, 20 de junho de 2009

Je l'ai vu, enfin!


Formidable, amusant, délicieux, doux, brillant, magnifique....

sábado, 6 de junho de 2009

Por cá mesmo...

Às vezes, o nosso trabalho absorve-nos tanto, que nem tomamos conhecimento das coisas maravilhosas que por cá existem. Foi preciso um amigo chamar-me à atenção da existência deste grupo, para ir logo pesquisar o site e descobrir um mundo novo do espectáculo para mim. Falando com outros amigos ainda fiquei pior, afinal muitos já sabiam da sua existência. Devo andar mesmo com os olhos tapados! Se andarem como eu, vão ao site e descubram...

www.fatiasdeca.com

terça-feira, 12 de maio de 2009

Raridades Bibliográficas


Visite a Exposição «Raridades Bibliográficas da RMBL»
Biblioteca Municipal Camões
de 8 de Abril a 16 de Maio 2009

Consulte o Programa geral «Abril_Mês das Bibliotecas»

 

quarta-feira, 6 de maio de 2009

quarta-feira, 15 de abril de 2009

A Mensageira das Violetas

Foto: As Asas do Meu Desejo

CEGUEIRA BENDITA
Ando perdida nestes sonhos verdes
De ter nascido e não saber quem sou,
Ando ceguinha a tatear paredes
E nem ao menos sei quem me cegou!
Não vejo nada, tudo é morto e vago...
E a minha alma cega, ao abandono
Faz-me lembrar o nenúfar dum lago
´Stendendo as asas brancas cor do sonho...
Ter dentro d´alma na luz de todo o mundo
E não ver nada nesse mar sem fundo,
Poetas meus irmãos, que triste sorte!...
E chamam-nos a nós Iluminados!
Pobres cegos sem culpas, sem pecados,
A sofrer pelos outros té à morte!

domingo, 12 de abril de 2009

Caravaggio

Numa das idas a Amsterdão fui presenteada com uma exposição temporária, no Rijksmuseum, de Caravaggio. Nome que não me soava estranho, porém desconhecia as obras feitas. Fui percorrer as salas sem nenhuma expectativa, o que me leva constantemente a acreditar que, quanto menos se espera, maiores são as revelações/surpresas positivas nas nossas vidas. Assim foi. Não estranhei, mas entranhei...
Fortune Teller


The Musicians

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Eu sei, eu sei, a maior parte de vós recebeu este e-mail, mas continuo a amá-lo e tinha que o colocar aqui no meu blog!



Nasceste antes de 1986? Então lê isto... Se não... lê na mesma.... Esta merece!!!!! Deliciem-se...

Nascidos antes de 1986. De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípios de 80, não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas,em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos. Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas 'à prova de crianças', ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas. Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes. Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags, viajar á frente era um bónus. Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem. Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora. Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso. Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões. Depois de acabarmos num silvado aprendíamos. Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer. Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso. Não tínhamos Play Station, X Box. Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet. Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos á rua. Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía! Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal. Havia lutas com punhos mas sem sermos processados. Batíamos ás portas de vizinhos e fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados. Íamos a pé para casa dos amigos. Acreditem ou não íamos a pé para a escola; Não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem. Criávamos jogos com paus e bolas. Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem. Eles estavam do lado da lei. Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre.
Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas. Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo. És um deles? Parabéns! Passa esta mensagem a outros que tiveram a sorte de crescer como verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as nossas vidas, 'para nosso bem'. Para todos os outros que não têm a idade suficiente , pensei que gostassem de ler acerca de nós. Isto, meus amigos é surpreendentemente medonho... E talvez ponha um sorriso nos vossos lábios.
A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades nasceu em 1986, ou depois. Chamam-se jovens. Nunca ouviram 'we are the world' e uptown girl conhecem de westlife e não de Billy Joel. Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle. Para eles sempre houve uma só Alemanha e um só Vietname. A SIDA sempre existiu. Os CD's sempre existiram. O Michael Jackson sempre foi branco. Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo tivesse sido um deus da dança. Acreditam que Missão impossível e Anjos de Charlie, são filmes do ano passado. Não conseguem imaginar a vida sem computadores. Não acreditam que houve televisão a preto e branco.
Agora vamos ver se estamos a ficar velhos: 1. Entendes o que está escrito acima e sorris. 2. Precisas de dormir mais depois de uma noitada. 3. Os teus amigos estão casados ou a casar. 4. Surpreende-te ver crianças tão á vontade com computadores. 5. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis. 6. Lembras-te da Gabriela (a primeira vez). 7. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos. 8. Vais encaminhar este e-mail para outros amigos porque achas que vão gostar. SIM ESTÁS A FICAR VELHO heheheh , mas tivemos uma infância do caraças.

sábado, 28 de março de 2009

Books X


Boas Razões para utilizar a Biblioteca
6. Tem montes de BD's, desportivos e revistas fixes!!
Rui, o radical
7. Estar lá é estar no meu mundo: mando mails, vou aos fóruns, converso no msn, pesquiso no google, acedo aos materiais da plataforma moodle e aos próprios livros do catálogo da biblioteca. Irrita-me, às vezes, o toque da campainha.
Hugo, o cibernauta
8. Como têm tudo informatizado, a pesquisa de assuntos é rápida e o empréstimo é logo a seguir.
João, o eléctrico
9. P'rós testes, tenho sempre dicionários à minha disposição!
Tiago, o prático
10. Eu sei que eles até têm pacotes de livros para casa e dossiês de fichas e de exames e tudo... mas não vou lá, porque não posso falar alto quando me apetece!
Luís, o fala-barato

Books IX

Boas Razões para utilizar a Biblioteca

1. Gosto do ambiente... é calmo, bom para estudar e às vezes até oiço música!
Zé, o concentrado

2. É o meu espaço de trabalho: se preciso de modelos, têm lá posters e álbuns; se preciso de fazer um cartaz, têm um kit de materiais; se preciso de uma máquina fotográfica, posso requisitá-la; se preciso de inspiração, vou para a mesa junto à janela. com auscultadores.
Tiago, o artista

3. Dá jeito, no mesmo sítio, termos quase tudo: os filmes, as músicas, as revistas, os livros e o mundo todo na net.
Daniela, a comodista
4. Às vezes esqueço-me de um ou outro manual escolar e lá dão sempre uma ajudinha!
Manel, o esquecido
5. Como gosto de ler, costumo encontrar o que quero e descobrir coisas novas. E bem actuais!
Eunice, a intelectual

Books VIII

«Conheço um sítio maravilhoso. Um sítio onde as paredes estão forradas com histórias escondidas atrás de lombadas com títulos dourados, onde cada corredor fala de um mundo diferente, onde é possível percorrer os recantos mais enigmáticos do conhecimento, sem parar. Com um silêncio que acalma, envolve e ensina, é fácil penetrar no Universo, desvendar os segredos da História e encontrar os pensamentos dos mais sábios. O tempo não passa.
Faço questão de atravessar todos os corredores da sabedoria e de me perder. Perco-me hoje e perder-me-ei sempre.
Haverá, em algum lugar do Mundo, sítio mais rico que este? Procure-se nos túmulos dos mais ricos, nas ilhas dos maiores piratas e nos palácios dos reis mais poderosos. Vasculhe-se o fundo dos oceanos e as cavernas mais tenebrosas. A riqueza está onde a encontrei. Não me enche os bolsos, mas recheia-me a mente de tudo o que sempre quis, de tudo o que posso querer.
Tudo o que pode existir está à espera de ser descoberto por mais alguém. Tudo, à espera de um desassossego interior, de uma dúvida ou de uma intriga, algo que desperte aquilo que de mais sagrado possuímos, a vontade de saber, sem medo de descobrir. Há sempre uma biblioteca a aguardar, ansiosa, pela visita do mais atrevido, daquele que usa o que sabe para nos tornar mais completos.»

Atena (pseud.)
Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes (Olhão)

Books VII


Quando Edgar Allan Poe morreu, um jornal, ao dar a notícia, terá escrito: foi um homem muito amado por poucos, odiado por muitos, inesquecível para todos.

Misterioso, obsessivo, extravagante, rendido ao álcool e ao ópio, Poe viveu quase sempre com falta de dinheiro e passou por sérias privações. Foi o fundador do género narrativo policial e um exímio criador de histórias “negras”, fantásticas, dominadas por temas como a morte, os pesadelos, a tortura e a paixão.

Deixou-nos um legado literário único.

Bicentenário do seu nascimento.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...