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sexta-feira, 3 de março de 2017

A Dream Within A Dream

Take this kiss upon the brow! 
And, in parting from you now,
Thus much let me avow-
You are not wrong, who deem
That my days have been a dream;
Yet if hope has flown away
In a night, or in a day,
In a vision, or in none,
Is it therefore the less gone?
All that we see or seem
Is but a dream within a dream.
I stand amid the roar
Of a surf-tormented shore,
And I hold within my hand
Grains of the golden sand-
How few! yet how they creep
Through my fingers to the deep,
While I weep- while I weep!
O God! can I not grasp
Them with a tighter clasp?
O God! can I not save
One from the pitiless wave?
Is all that we see or seem
But a dream within a dream?
Edgar Allan Poe

sábado, 28 de março de 2009

Books VII


Quando Edgar Allan Poe morreu, um jornal, ao dar a notícia, terá escrito: foi um homem muito amado por poucos, odiado por muitos, inesquecível para todos.

Misterioso, obsessivo, extravagante, rendido ao álcool e ao ópio, Poe viveu quase sempre com falta de dinheiro e passou por sérias privações. Foi o fundador do género narrativo policial e um exímio criador de histórias “negras”, fantásticas, dominadas por temas como a morte, os pesadelos, a tortura e a paixão.

Deixou-nos um legado literário único.

Bicentenário do seu nascimento.
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