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quinta-feira, 9 de julho de 2009

Shut up


Algumas pessoas ganhavam pontos extra para viajarem até ao México! Eu, inclusive... Porque é que abri a minha grande boca?!

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Amores amorosos


Para mim as crianças são das melhores coisas que podem existir no mundo. As suas carinhas podem albergar uma nascente de sorrisos ou lágrimas, mas são sempre verdadeiros. Em dias como o de hoje, em que o trabalho «transbordou» e jorrava uma corrente sem fim, senti-me consumida pelo cansaço e desalento. Desloquei-me a um café e, quando estava a sair, encontrava-se uma mãe sentada na esplanada com a filha. Uma criatura minúscula, que da sua pequena estatura me dirigiu um sorriso rasgado de sinceridade e alegria. Parei deslumbrada. Imediatamente, lembrei-me dos dois tesouros que tenho na minha vida e perpassaram-me imagens e lembranças dos seus sorrisos. Senti-me a rejuvenescer, tal como as minhas forças e o meu alento. Eles são os meus dois amores e por eles continuo a lutar. Lamento que um deles esteja a sofrer, pois ainda existem pais que preterem o seu amor por razões egoístas. Mesmo não sendo a sua mãe, cá estarei para todo o sempre para o apoiar e acarinhar. As crianças não merecem que os adultos sejam idiotas ou negligentes, porque são elas que dão cor à vida. E não fomos nós, outrora, crianças também?!

terça-feira, 7 de julho de 2009

Spechless


A redacção que se segue foi escrita por um candidato numa selecção de Pessoal na Volkswagen. A pessoa foi aceite e o seu texto está a fazer furor na Internet, pela sua criatividade e sensibilidade.

«Já fiz cócegas à minha irmã só para que deixasse de chorar, já me queimei a brincar com uma vela, já fiz um balão com a pastilha que se me colou na cara toda, já falei com o espelho, já fingi ser bruxo. Já quis ser astronauta, violinista, mago, caçador e trapezista; já me escondi atrás da cortina e deixei esquecidos os pés de fora. Já roubei um beijo, confundi os sentimentos, tomei um caminho errado e ainda sigo caminhando pelo desconhecido. Já raspei o fundo da panela onde se cozinhou o creme, já me cortei ao barbear-me muito apressado e chorei ao escutar determinada música no autocarro. Já tentei esquecer algumas pessoas e descobri que são as mais difíceis de esquecer.
Já subi às escondidas até ao terraço para agarrar estrelas, já subi a uma árvore para roubar fruta, já caí por uma escada. Já fiz juramentos eternos, escrevi no muro da escola e chorei sozinho na casa de banho por algo que me aconteceu; já fugi de minha casa para sempre e voltei no instante seguinte. Já corri para não deixar alguém a chorar, já fiquei só no meio de mil pessoas, sentindo a falta de uma única. Já vi o pôr-do-sol mudar do rosado ao alaranjado, já mergulhei na piscina e não quis sair mais, já tomei whisky até sentir os lábios dormentes, já olhei a cidade de cima e nem mesmo assim encontrei o meu lugar. Já senti medo da escuridão, já tremi de nervos, já quase morri de amor e renasci novamente para ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e senti medo de me levantar. Já apostei a correr descalço pela rua, gritei de felicidade, roubei rosas num enorme jardim, já me apaixonei e pensei que era para sempre, mas era um 'para sempre' pela metade. Já me deitei na relva até de madrugada e vi o sol substituir a lua; já chorei por ver amigos partir e depois descobri que chegaram outros novos e que a vida é um ir e vir permanente. Foram tantas as coisas que fiz, tantos os momentos fotografados pela lente da emoção e guardados nesse baú chamado coração... Agora, um questionário pergunta-me, grita-me desde o papel:

- Qual é a sua experiência?

Essa pergunta fez eco no meu cérebro. Experiência.... Experiência... Será que cultivar sorrisos é experiência? Agora... agradar-me-ia perguntar a quem redigiu o questionário:

- Experiência?! Quem a tem, se a cada momento tudo se renova???»

domingo, 5 de julho de 2009

Dancing already




Despite having a hand full of work waiting for me this week, I am already dancing...

Partilha


E porque, se não estivesse divorciada, na próxima sexta-feira comemoraria uma data especial, lembrei-me hoje dos dezasseis anos que partilhei com uma pessoa que foi única na minha vida. O amor acabou, mas as lembranças estão cá e sempre estarão. Fazem parte do que fui, do que sou e do que serei. Os momentos partilhados, esses serão sempre só nossos. Já tive, tenho e irei ter outros, mas serão sempre diferentes, porque as pessoas também o são, inclusive eu própria. Mas é isso que confere beleza à vida: o partilhar. Não sei ser de outra forma. Seja no amor, ou na amizade. Compartilhar traz alegrias, conhecimentos, experiências, tristezas, tudo o que nos torna seres únicos. Tudo isto para dizer que me sinto feliz hoje, apesar de ser domingo (aquele dia em que geralmente até estou com a neura!) e que o estou a partilhar convosco…

sexta-feira, 3 de julho de 2009

DEFICIÊNCIAS




'Deficiente' é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

'Louco' é quem não procura ser feliz com o que possui.
'Cego'
é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

'Surdo' é aquela que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

'Mudo' é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

'Paralítico' é quem não consegue andar na direcção daqueles que precisam de sua ajuda.

'Diabético' é quem não consegue ser doce.

'Anão' é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:

' A amizade é um amor que nunca morre.
Mário Quintana


quinta-feira, 2 de julho de 2009

Porto

I am taking a ride with my best friend...

blábláblá...

Travesti ou transexual?


I think I am becoming a man. Seriously, I have been wondering if I deeply have a man stocked in my body. Lately, I have been asked several times, by some female friends, about some man reactions, talks and acts, whatever. Honestly? I sadly don’t answer like them expected to. Maybe it’s because I turned to cold, after having many bad experiences. The last time I showed some glimpse of female fragility, I took a pair of skates. Or maybe because I don’t let myself being, what I am used to be, to not be hurt again. Who knows? I want to recover my female body, but it’s turning a full-time job.

Great expectations


Não, não tem nada a ver com Jane Austen, mas sim com a adrenalina que já está a chegar a níveis extremos de ansiedade...

I just can't get enough...

Open minds


«Minds are like parachutes- they only function when open.» Thomas Dewar

E tudo o vento levou...


«I can’t change the direction of the wind, but I can adjust my sails to always reach my destination.» Jimmy Dean

Hum...

ando mesmo a ponderar várias hipóteses...


se bem que o meu desejo de há anos, seja este...

alguma sugestão?

quarta-feira, 1 de julho de 2009

In your room

In your room
Where time stands still
Or moves at your will
Will you let the morning come soon
Or will you leave me lying here
In your favourite darkness
Your favourite half-light
Your favourite consciousness
Your favourite slave

In your room
Where souls disappear
Only you exist here
Will you lead me to your armchair
Or leave me lying here
Your favourite innocence
Your favourite prize
Your favourite smile
Your favourite slave

I'm hanging on your words
Living on your breath
Feeling with your skin
Will I always be here

In your room
Your burning eyes
Cause flames to arise
Will you let the fire die down soon
Or will I always be here
Your favourite passion
Your favourite game
Your favourite mirror
Your favourite slave

I'm hanging on your words
Living on your breath
Feeling with your skin
Will I always be here

Will I always be here

terça-feira, 30 de junho de 2009

Fraquezas

Já aqui confessei antes uma das minhas fraquezas... :) E não, não o faço por hábito, mas admito que não há nada melhor para festejar do que a ingestão de certos líquidos!!! Como estou prestes a concluir parte de um projecto pessoal, no fim-de-semana anterior, em que fiz um inesperado pré-festejo, foi isto:


Hum, todavia, parece-me que no próximo gostarei mais disto:
:))))


Daring


«It is not because things are difficult that we do not dare; it is because we do not dare that they are difficult. »

Seneca

Yes, indeed...


«Life is a continuous exercise in creative problem solving.

Michael J. Gelb

No matter the weather


I will be fearless, as long as my cheerful state of mind...

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Hum...



ando seriamente a pensar nisto... acho que este verão promete!!!

domingo, 28 de junho de 2009

The dark side again


My little girl
Drive anywhere
Do what you want
I don't care
Tonight
I'm in the hands of fate
I hand myself
Over on a plate

Now

Oh little girl
There are times when I feel
I rather not be
The one behind the wheel

Come
Pull my strings
Watch me move
I do anything

Please

Sweet little girl
I prefer
You behind the wheel
And me the passenger

Drive
I'm yours to keep
Do what you want
I'm going cheap

Tonight

You're behind the wheel, tonight

Nice summer nights




E porque existem noites únicas de verão, onde prevalecem os risos e o ar retemperador de boas energias...
para ti PP, irmã de sangue, ainda vou acompanhar-te nessas três aventuras, as vibrações só podem ser positivas... elas só estão à nossa espera!

Balão, Butão e Aurora Boreal, estão na nossa mira.

Thank you M., J., L., you're simply good vibrations!!!

Penélope


Penélope sonhava com o circo desde criança. Tinha assistido várias vezes, enquanto criança, aos espectáculos que por altura do Natal apareciam na sua terra. Eram uma alegria! Seu pai costumava brincar, nessas ocasiões, sobre o grande acontecimento. Dizia que não podia estar constipada, senão não ia ao circo.

- Se espirras, não vais ao circo! – Dizia.

De todo o espectáculo, o seu número preferido era o dos malabaristas. Ao contrário das outras crianças, cujo número preferido era o dos palhaços, detestava aqueles narizes vermelhos e aquelas vestes de várias cores: os seus sorrisos assustavam-na e o seu aspecto lembrava-lhe seres maquiavélicos.

Também não apreciava os números que incluíam animais, pois achava uma crueldade atroz submetê-los a um espaço confinado e a demonstrações de “habilidades” ensaiadas, à custa de engodos e suborno alimentar.

À noite, após o regresso a casa e já na sua cama, fantasiava com o circo. Imaginava-se com asas negras a segurarem estranhamente a sua pseudo saia, collants às riscas e sandálias altas que destacavam a sua silhueta. Uma cartola repousava no alto da sua cabeça e conferia-lhe o título de fada do rock. A sua voz anunciava a presença de contorcionistas e emanava o mistério da penumbra que envolvia o espaço.

Mais tarde, acabou por apreender o misticismo que a atraía ao circo. Tudo era ilusão. Uma paragem no tempo e no espaço que, ao crescer, foi desaparecendo e revelou-se uma reminiscência mágica. Porém, ainda prevalecia no seu íntimo o desejo de fada e, através da sua música, contava histórias intermináveis sobre lugares ilusórios e irreais.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

The Dark Side


Everyone has a dark side. In my case, I have several. This is just one ... imagine the rest..


quinta-feira, 25 de junho de 2009

Hoje acordei assim...


HAPPY, HAPPY, HAPPY

... and a big smile on my lips

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Dead Poet's Society

Ainda na senda do post anterior, queria acrescentar em modo de resposta a um amigo (que pediu que colocasse estes pensamentos por escrito, por muito que duvide que depois os leia), que não sou contra o divertimento momentâneo, ou fun, ou pink color life, pelo contrário. Sempre que posso, aproveito para gozar o presente. Quem sou eu?! Todavia, não consigo encarar a vida como um constante fun - palavras dele, sem pensar também em coisas sérias. O que me desagrada é a meia-verdade, o jogo do rato e do gato, ou parafraseando outra bloguista (Miss Glitering http://asnovenomeublogue.blogspot.com/2009/06/em-banho-maria.html ) que admiro: desagradam-me pessoas que colocam as outras em banho-maria, que não sabem definir-se e dizer concretamente o que querem, escondendo-se atrás de argumentos non-sense. Ninguém morre por saber a verdade, pois é sempre preferível à mentira. Às vezes, perdem-se belas amizades e relações à conta disso.

Horácio, às voltas na tumba...


Numa das minhas últimas idas à praia, findo o dia, sentei-me numa esplanada com uma amiga e gozava, na sua plenitude, o entardecer. Olhos fechados, sabor a café nos lábios, inspirando aquele ar magnífico e expelindo o fumo do meu cigarro. Como tínhamos um jantar apalavrado, passado um pouco, lembrei-lhe que era altura de abandonar o paraíso e esticar as pernas. A caminho do carro, contou-me que estivera a escutar a conversa de dois amigos, sentados perto de nós e que não se coibiram de falar em voz alta. Dilema dos amigos: um tinha um grupo de amigos, quase todos solteiros, o outro tinha mais amigos casados. E? Não, não era um dilema, mas sim um drama! Questionavam-se sobre as diferenças. Bom, no fundo era só uma: residia no facto de, o que tinha os amigos casados, não saber onde encontrar “diversão rápida”. De referir que o outro, imediatamente, o colocou a par do (s) sítio (s). Explicou ainda que os seus amigos casados, hoje em dia, combinam saídas à noite só de homens e com um único objectivo: «carpe diem». Aqui, pardon my language, saltou-me a tampa! Já há algum tempo que ouço, cada vez mais, homens a proferir esta expressão com o mesmo sentido. Lá porque pode ser traduzida de Horácio como “colha o dia” ou “aproveite o momento”, não é desculpa para ser utilizada como sinónimo de quê? Usar e deitar fora? Trair, enganar, gozar ou fun? Não é esse o significado para mim e espero, para muitas outras pessoas como eu. Justificativa para o prazer imediato, sem medo do futuro, ok. Eu comungo mais da ideia do “captain, oh, my captain!”: «Carpe, carpe diem, colham o dia garotos, tornem extraordinárias as suas vidas.»

For me, is just more and more…. E, eu, strongly seize the day!

Ao final da tarde...

o meu desejo do post anterior, passou para....


No fun, go gun!

terça-feira, 23 de junho de 2009

Dream pink


I wish strongly to have a day like this...


.... and my boss also! That will be a good sign.... yap.

domingo, 21 de junho de 2009

Brainstorming

«I am long on ideas, but short on time. I only expect to live about a hundred years.»

Thomas Edison

Quem és tu, miúda?


Não me sai da cabeça...

Frango a la carte


Speechless...

sábado, 20 de junho de 2009

Je l'ai vu, enfin!


Formidable, amusant, délicieux, doux, brillant, magnifique....

Take time to smell the sea


...bom demais


«Quand on a beaucoup médité sur l’homme, par métier ou par vocation, il arrive qu’on éprouve de la nostalgie pour les primates. Ils n’ont pas, eux, d’arrière-pensées.»

La chute

...


«Le style, comme la popeline, dissimule trop souvent de l’eczéma.»

La chute

O que ando a ler


«Je sais bien que le goût du linge fin ne suppose pas forcément qu’on ait les pieds sales. »

La chute

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Violin solo


Francesca deambula pela rua sombria alumiada apenas por escassos candelabros imanando ténues candeias. Toca suavemente um solo de violino para as poucas janelas abertas e já na escuridão. Emanam dos esgotos pequenos vapores e odores de podridão. Arrasta-se num passo calculado e movimenta-se ao sabor da cadência das notas musicais.
Num quarteirão mais à frente, Gustav ceia um parco repasto. Luta contra as suas entranhas. Não quer mais sangue. Atravessam-lhe pela mente breves clarões de imagens desprovidas de sentido. Simplesmente sabe que transportam sofrimento e dor física.
Decide parar de tocar o violino. Sente a vontade a crescer. Humedece os lábios e suspira. Olha em redor na busca incessante de alguma vítima inocente que possa surgir de uma ruela qualquer. Inspira e desvia o olhar para um canto na penumbra. Algo lhe diz que a resposta às suas preces esconde-se no limiar daqueles dois edifícios.
Não, não e não. Não quer sair daquela taverna. Pega num pasquim que se encontra numa mesa. “A peste negra acumula mortes inumeráveis”. Ri-se sarcasticamente. Se soubessem! Abre as portas e sai em passo alterado.
As suas mãos estão ensanguentadas e da sua boca ainda escorrem gotas de sangue. Terminou. A sua gargalhada é estridente. Com a palma de uma mão limpa os vestígios de quem já não existe. Não cabe em si de júbilo. Torneia o edifício e avança num ritmo melódico. O violino faz-se ouvir.
Gustav encara Francesca. Baixa os olhos em desânimo. Sente-se prostrado. Gostaria de acompanhá-la, mas sabe bem o que significaria e respectivas consequências. Tenta descortinar os belos e meigos olhos de outrora na sua face. Esmorece, pois já não os encontra. No seu lugar, sobressai um esgar irónico e galhofeiro. A música entra-lhe nos ouvidos, todavia entristece a sua alma.
Francesca permanece em silêncio e envereda pela estrada que a conduzirá à mansão. Minutos depois espreita a sua sombra. Gustav desapareceu mais uma vez. Sorri. Algo lhe diz que irão ter um novo rendez-vouz, um outro dia qualquer.

Pieces of my soul


Encontro-me num local estranhamente íntimo

e, no entanto, desconhecido.

Sinto-me observada,

ao mesmo tempo que confortada e protegida.

Encolho-me.

Espero e aguardo pelo silêncio que se entranha no meu âmago.

Questiono-me por onde andarás agora.

Perscruto o lago: reflectem-se imagens de ti.

Brumas e árvores alinhadas numa fila interminável.

Só.

Sinto-me leve, mas curiosa. Não tenho calma.

Anseio a descoberta do que foste, não mais o que és.

Debruço-me sobre mim.

Escuto e ouço o estrondear de uma arma algures.

Nada mexe, porém. Nem eu.

Já não há sobressalto.

Desapareceu no mesmo momento em que fugiste.

Estico-me e abraço o espaço.

Estou aqui, agora.

Nada mais prevalece, a não ser o espelho das lembranças.

Rodopiam e ondulam sob o lago.

Já nem mergulho no seu encalço.

Algo estremece e os meus cabelos agitam-se.

Acaricio-os e sorrio.

Estou pronta para levantar-me e caminhar de novo.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Espanta-espíritos


I wonder...

I am quiet. The words are under my tongue and ideas overflow, but I am quiet. The thoughts flow and go in a whirl. Put them in writing requires a discernment that I currently do not have. I am overwhelmed by events, conversations that I witnessed and actions I made. I do not drop them, as much as I wished. They are mere moments. Everything passes. I only regret wanting to yesterday, what I do not achieve today.


segunda-feira, 15 de junho de 2009

Almoço de 15 de Agosto


Pranzo di ferragosto

Itália 2008

· Comédia

Intérpretes: Gianni Di Gregorio, Maria Calì, Marina Cacciotti, Valeria De Francisciso Realização: Gianni Di Gregorioo Argumento: Gianni Di Gregorio

Gianni, um homem de meia-idade e filho único de uma viúva, vive com a mãe numa velha casa no centro de Roma. Tiranizado por ela, uma aristocrata em decadência, ocupa o seu dia a fazer-lhe as tarefas domésticas e as refeições. No primeiro dia de "Ferragosto", o administrador do condomínio propõe-lhe que fique com a sua mãe em casa durante os dois dias de férias. Em troca promete-lhe o cancelamento das dívidas acumuladas ao longo dos anos, sobre as despesas do condomínio. Gianni vê-se forçado a aceitar...

Vale a pena ver como as questões da terceira idade são abordadas de uma forma tão simples e, ao mesmo tempo, colocar-nos um sorriso nos lábios. Pena a tradução infantil de Dartacão....

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