








«Os escravos dos romanos eram fabricados em África, mas não eram de boa qualidade.» (Racista... só os fabricados na China é que são bons não?!)
«Princípio de Arquimedes: qualquer corpo mergulhado na água, sai completamente molhado.» (disso não há dúvida nenhuma)

«A Terra vira-se nela mesma, e esse difícil movimento chama-se arrotação.»
«Lenini e Stalone eram grandes figuras do comunismo na Rússia.»
«Para fazer uma divisão basta multiplicar subtraindo.» (atenção, não tentem fazer isto em casa, pode ser perigoso... pelo menos complicado é! Pelo sim pelo não peçam esclarecimentos ao futuro professor catedrático de análise matemática)
«O telescópio é um tubo que nos permite ver televisão de muito longe.» (o tipo deve ser "espião" da vizinhança, sinceramente... já ninguém quer aderir ao MEO... anda tudo a "chular" os vizinhos. Será que com o telescópio conseguiu ver a grande penalidade fora da área?!)

«O metro é a décima milionésima parte de um quarto do meridiano terrestre e para o cálculo dar certo arredondaram a Terra!» (Ups! Até eu me vi atrapalhada para fazer o cálculo. Imaginação tem ele... vai ser matemático com certeza, Portugal precisa de matemáticos com imaginação)
«O nosso sangue divide-se em glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e até verdes!» (acho que faltam os Azuis!! Ah, mas esses com o apito dourado andam em fuga)
«O pai de D. Pedro II era D. Pedro I, e de D. Pedro I era D. Pedro 0» (E antes foi o Pedro -1, já agora)
«Em 2020 a caixa de previdência já não tem dinheiro para pagar aos reformados, graças à quantidade de velhos que não querem morrer.» (São uns chatos os velhos! Se o Sócrates topa o "jogo" deles...)
«O hipopótamo comanda o sistema digestivo e o hipotálamo é um bicho muito perigoso.» (nem sei que diga... se a protecção dos animais descobre estamos todos tramados)



Para mim as crianças são das melhores coisas que podem existir no mundo. As suas carinhas podem albergar uma nascente de sorrisos ou lágrimas, mas são sempre verdadeiros. Em dias como o de hoje, em que o trabalho «transbordou» e jorrava uma corrente sem fim, senti-me consumida pelo cansaço e desalento. Desloquei-me a um café e, quando estava a sair, encontrava-se uma mãe sentada na esplanada com a filha. Uma criatura minúscula, que da sua pequena estatura me dirigiu um sorriso rasgado de sinceridade e alegria. Parei deslumbrada. Imediatamente, lembrei-me dos dois tesouros que tenho na minha vida e perpassaram-me imagens e lembranças dos seus sorrisos. Senti-me a rejuvenescer, tal como as minhas forças e o meu alento. Eles são os meus dois amores e por eles continuo a lutar. Lamento que um deles esteja a sofrer, pois ainda existem pais que preterem o seu amor por razões egoístas. Mesmo não sendo a sua mãe, cá estarei para todo o sempre para o apoiar e acarinhar. As crianças não merecem que os adultos sejam idiotas ou negligentes, porque são elas que dão cor à vida. E não fomos nós, outrora, crianças também?!

A redacção que se segue foi escrita por um candidato numa selecção de Pessoal na Volkswagen. A pessoa foi aceite e o seu texto está a fazer furor na Internet, pela sua criatividade e sensibilidade.
«Já fiz cócegas à minha irmã só para que deixasse de chorar, já me queimei a brincar com uma vela, já fiz um balão com a pastilha que se me colou na cara toda, já falei com o espelho, já fingi ser bruxo. Já quis ser astronauta, violinista, mago, caçador e trapezista; já me escondi atrás da cortina e deixei esquecidos os pés de fora. Já roubei um beijo, confundi os sentimentos, tomei um caminho errado e ainda sigo caminhando pelo desconhecido. Já raspei o fundo da panela onde se cozinhou o creme, já me cortei ao barbear-me muito apressado e chorei ao escutar determinada música no autocarro. Já tentei esquecer algumas pessoas e descobri que são as mais difíceis de esquecer.
Já subi às escondidas até ao terraço para agarrar estrelas, já subi a uma árvore para roubar fruta, já caí por uma escada. Já fiz juramentos eternos, escrevi no muro da escola e chorei sozinho na casa de banho por algo que me aconteceu; já fugi de minha casa para sempre e voltei no instante seguinte. Já corri para não deixar alguém a chorar, já fiquei só no meio de mil pessoas, sentindo a falta de uma única. Já vi o pôr-do-sol mudar do rosado ao alaranjado, já mergulhei na piscina e não quis sair mais, já tomei whisky até sentir os lábios dormentes, já olhei a cidade de cima e nem mesmo assim encontrei o meu lugar. Já senti medo da escuridão, já tremi de nervos, já quase morri de amor e renasci novamente para ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e senti medo de me levantar. Já apostei a correr descalço pela rua, gritei de felicidade, roubei rosas num enorme jardim, já me apaixonei e pensei que era para sempre, mas era um 'para sempre' pela metade. Já me deitei na relva até de madrugada e vi o sol substituir a lua; já chorei por ver amigos partir e depois descobri que chegaram outros novos e que a vida é um ir e vir permanente. Foram tantas as coisas que fiz, tantos os momentos fotografados pela lente da emoção e guardados nesse baú chamado coração... Agora, um questionário pergunta-me, grita-me desde o papel:
- Qual é a sua experiência?
Essa pergunta fez eco no meu cérebro. Experiência.... Experiência... Será que cultivar sorrisos é experiência? Agora... agradar-me-ia perguntar a quem redigiu o questionário:
- Experiência?! Quem a tem, se a cada momento tudo se renova???»


'Deficiente' é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
'Louco' é quem não procura ser feliz com o que possui.
'Cego' é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
'Surdo' é aquela que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
'Mudo' é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
'Paralítico' é quem não consegue andar na direcção daqueles que precisam de sua ajuda.
'Diabético' é quem não consegue ser doce.
'Anão' é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:


I think I am becoming a man. Seriously, I have been wondering if I deeply have a man stocked in my body. Lately, I have been asked several times, by some female friends, about some man reactions, talks and acts, whatever. Honestly? I sadly don’t answer like them expected to. Maybe it’s because I turned to cold, after having many bad experiences. The last time I showed some glimpse of female fragility, I took a pair of skates. Or maybe because I don’t let myself being, what I am used to be, to not be hurt again. Who knows? I want to recover my female body, but it’s turning a full-time job.



alguma sugestão?

In your room
Where time stands still
Or moves at your will
Will you let the morning come soon
Or will you leave me lying here
In your favourite darkness
Your favourite half-light
Your favourite consciousness
Your favourite slave
In your room
Where souls disappear
Only you exist here
Will you lead me to your armchair
Or leave me lying here
Your favourite innocence
Your favourite prize
Your favourite smile
Your favourite slave
I'm hanging on your words
Living on your breath
Feeling with your skin
Will I always be here
In your room
Your burning eyes
Cause flames to arise
Will you let the fire die down soon
Or will I always be here
Your favourite passion
Your favourite game
Your favourite mirror
Your favourite slave
I'm hanging on your words
Living on your breath
Feeling with your skin
Will I always be here
Will I always be here



«It is not because things are difficult that we do not dare; it is because we do not dare that they are difficult. »
Seneca

My little girl
Drive anywhere
Do what you want
I don't care
Tonight
I'm in the hands of fate
I hand myself
Over on a plate
Now
Oh little girl
There are times when I feel
I rather not be
The one behind the wheel
Come
Pull my strings
Watch me move
I do anything
Please
Sweet little girl
I prefer
You behind the wheel
And me the passenger
Drive
I'm yours to keep
Do what you want
I'm going cheap
Tonight
You're behind the wheel, tonight
Mark+Humpage.jpg)



Penélope sonhava com o circo desde criança. Tinha assistido várias vezes, enquanto criança, aos espectáculos que por altura do Natal apareciam na sua terra. Eram uma alegria! Seu pai costumava brincar, nessas ocasiões, sobre o grande acontecimento. Dizia que não podia estar constipada, senão não ia ao circo.
- Se espirras, não vais ao circo! – Dizia.
De todo o espectáculo, o seu número preferido era o dos malabaristas. Ao contrário das outras crianças, cujo número preferido era o dos palhaços, detestava aqueles narizes vermelhos e aquelas vestes de várias cores: os seus sorrisos assustavam-na e o seu aspecto lembrava-lhe seres maquiavélicos.
Também não apreciava os números que incluíam animais, pois achava uma crueldade atroz submetê-los a um espaço confinado e a demonstrações de “habilidades” ensaiadas, à custa de engodos e suborno alimentar.
À noite, após o regresso a casa e já na sua cama, fantasiava com o circo. Imaginava-se com asas negras a segurarem estranhamente a sua pseudo saia, collants às riscas e sandálias altas que destacavam a sua silhueta. Uma cartola repousava no alto da sua cabeça e conferia-lhe o título de fada do rock. A sua voz anunciava a presença de contorcionistas e emanava o mistério da penumbra que envolvia o espaço.
Mais tarde, acabou por apreender o misticismo que a atraía ao circo. Tudo era ilusão. Uma paragem no tempo e no espaço que, ao crescer, foi desaparecendo e revelou-se uma reminiscência mágica. Porém, ainda prevalecia no seu íntimo o desejo de fada e, através da sua música, contava histórias intermináveis sobre lugares ilusórios e irreais.

Numa das minhas últimas idas à praia, findo o dia, sentei-me numa esplanada com uma amiga e gozava, na sua plenitude, o entardecer. Olhos fechados, sabor a café nos lábios, inspirando aquele ar magnífico e expelindo o fumo do meu cigarro. Como tínhamos um jantar apalavrado, passado um pouco, lembrei-lhe que era altura de abandonar o paraíso e esticar as pernas. A caminho do carro, contou-me que estivera a escutar a conversa de dois amigos, sentados perto de nós e que não se coibiram de falar em voz alta. Dilema dos amigos: um tinha um grupo de amigos, quase todos solteiros, o outro tinha mais amigos casados. E? Não, não era um dilema, mas sim um drama! Questionavam-se sobre as diferenças. Bom, no fundo era só uma: residia no facto de, o que tinha os amigos casados, não saber onde encontrar “diversão rápida”. De referir que o outro, imediatamente, o colocou a par do (s) sítio (s). Explicou ainda que os seus amigos casados, hoje em dia, combinam saídas à noite só de homens e com um único objectivo: «carpe diem». Aqui, pardon my language, saltou-me a tampa! Já há algum tempo que ouço, cada vez mais, homens a proferir esta expressão com o mesmo sentido. Lá porque pode ser traduzida de Horácio como “colha o dia” ou “aproveite o momento”, não é desculpa para ser utilizada como sinónimo de quê? Usar e deitar fora? Trair, enganar, gozar ou fun? Não é esse o significado para mim e espero, para muitas outras pessoas como eu. Justificativa para o prazer imediato, sem medo do futuro, ok. Eu comungo mais da ideia do “captain, oh, my captain!”: «Carpe, carpe diem, colham o dia garotos, tornem extraordinárias as suas vidas.»
For me, is just more and more…. E, eu, strongly seize the day!