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quarta-feira, 20 de maio de 2009

Vidas difíceis

Andamos por aí a queixarmo-nos disto e daquilo, que a vida está difícil e que vivemos momentos complicados. Depois de ver esta imagem.... I wonder...

Awakening # 2


Já aqui há algum tempo, falei-vos sobre o meu acordar "bem-disposto". Pois, não era de estranhar que, um dia destes, a situação da primeira imagem não me ocorra! No segundo caso, se visse aquele sinal, muito provavelmente, derrubava-o!

True Love

O que eu gostava agora de um abracinho daqueles....

Se fosse em Setúbal....

também não era de estranhar....os coitados têm dado o litro!!!

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Dia NÃO





Quando estiveres em dia não...

Quando tiveres um desses dias de 'Odeio o meu trabalho!', experimenta o seguinte:
A caminho de casa, pára numa farmácia, e compra um termómetro rectal da Johnson&Johnson'.
Assegura-te que é desta marca e não de outra qualquer, é muito importante. Ao chegares a casa fecha todas as portas, corre os cortinados e desliga o telefone e o móvel, de forma a não seres incomodado durante a tua terapia. Muda para uma roupa confortável, por exemplo um fato de treino, e deita-te na cama. Abre a embalagem, retira o termómetro, e coloca-o cuidadosamente na mesa-de-cabeceira, evitando que fique estalado ou partido. Retira o prospecto que acompanha o termómetro, e lê-o atentamente. Verás então que, em letras pequenas, está escrito:'Os termómetros rectais fabricados pela Johnson&Johnson são todos testados pessoalmente'.

Agora fecha os seus olhos e repete, em voz alta, cinco vezes: - 'Estou muito feliz, porque não trabalho no controle de qualidade da Johnson&Johnson'.
Desejo-te um bom dia e lembra-te, há sempre alguém com um emprego pior do que o teu !


Dance me to eternal sleep

 O tipo desce na estação de metro de NY vestindo jeans, t-shirt e boné, encosta-se próximo da  entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que por ali passa, bem na "rush hour" matinal.

Durante os 45 minutos que tocou o instrumento, foi praticamente ignorado pelos transeuntes. Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, que executava peças consagradas num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.

Alguns dias antes Bell tocara no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam a 
bagatela” de 1000 dólares.

A experiência, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar rápido, copo de café na mão, telemóvel ao ouvido, indiferentes ao som do violino. A iniciativa realizada pelo jornal The Washington Post era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.

Conclusão: Compramos a forma e o marketing da apresentação e não o conteúdo. Só estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão no contexto convencionado.

Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefacto de luxo sem etiqueta de glamour.

Houve somente uma mulher a reconhecê-lo...

O vídeo da apresentação no metro está no You Tube:


http://www.youtube.com/watch?v=hnOPu0_YWhw 

 

sexta-feira, 15 de maio de 2009

What a Beach?

Se está cansado do trabalho e precisa relaxar...
...que tal passar um dia numa praia... na China?


E depois ainda me vêm dizer que a Costa da Caparica tem muita gente...

Três Porquinhos: take 2

90 pessoas apanham a gripe Suína e toda a gente quer usar uma máscara.

Um milhão de pessoas tem SIDA e ninguém quer usar um preservativo.

Os três porquinhos

A história agora é outra....

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Sandy Frazier: photography & art

Como seguidora atenta do Niagara et al, acabei por ser encaminhada para mais uma das minhas descobertas preferidas: arte e fotografia. Com agrado, constatei que Sandy Frazier concilia as duas, tendo apreciado bastante os seus diversos trabalhos. Deixo-vos aqui alguns dos meus favourites.

ART























harps & guitars


















imploding

PHOTOS
                                                                                                                        
E, confesso que detesto coser, mas este ambiente torna-se acolhedor e dá vontade de costurar algo, nem que seja a fingir...


Eu que até nem sou dada a pinturas, apetecia-me agora umas «pintalgadas»...

Portugal Moderno - Take 2





Portugal Moderno






Definitivamente, estamos ao nível dos melhores: la crème de la crème!!!

I Wished!!!

Bem, minhas queridas amigas, apesar de ainda não dar para este weekend, no próximo será  la vengeance, venham elas: caipirinhas, alto douros, chiantis, moscatéis, portos, cerveja e toda a bebiba que nos apetecer. Tenho que comemorar as últimas horas, minutos e segundos dos meus: «I'm sixteen, going on seventeen...», eheh, I whished!


Foto: Stefano Ferreri

terça-feira, 12 de maio de 2009

Metamorfose

Transportar-me para uma outra dimensão, um outro lugar, um outro destino, uma vida que não seja a minha..... simplesmente desaparecer..... não posso é recuar no tempo.

«Somos o que fazemos, mas somos principalmente o que fazemos para mudar o que somos»
Galeano, Eduardo

Running

O tempo escorre-me por entre os dedos e sinto-me presa e sem tempo para respirar

Raridades Bibliográficas


Visite a Exposição «Raridades Bibliográficas da RMBL»
Biblioteca Municipal Camões
de 8 de Abril a 16 de Maio 2009

Consulte o Programa geral «Abril_Mês das Bibliotecas»

 

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Jennifer Garant

Mais uma agradável descoberta: caricata e alegre.


The end of a new beginning



"Metade dos nossos erros na vida nascem do facto de sentirmos quando devíamos pensar e pensarmos quando devíamos sentir." (J. Collins)

Optimismo

Um amigo perguntou-me se tinha bebido algo hoje. De facto, estava nos meus planos ir beber um alto douro ao sítio do costume, com umas amigas. Porém, fui vencida pelo cansaço e decidi optar por planos mais caseiros. Obviamente, já deu para perceber que sou apreciadora de beber uns bons copos de vez em quando. Também me proporcionam um estado de espírito alegre, até porque estão associados a bons momentos de convívio e divertimento. Mas, acabei por omitir a  verdadeira razão de estar meia trapalhona a falar e optimista. Na verdade, estou feliz por constatar que ainda existem pessoas que vou conhecendo que, à semelhança das minhas amizades de longa data, me surpreendem pela espontaneidade e franqueza. Coisa rara, nos dias que correm. E mais, falam, dialogam, pedem conselhos, opiniões, mesmo quando lhes respondo atabalhoadamente e sem nexo. Apesar de ser uma admiradora da intersecção/ mescla de cores, admito que sou seguidora do preto e branco, no âmago do meu ser. Venha a sabedoria popular: «ou sim, ou sopas!».

quinta-feira, 7 de maio de 2009

O calor aperta e a sede desperta!


Não liguem, mas os meu neurónios estão seriamente danificados com esta vaga de bom tempo, aliados à transpiração constante.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Pérolas


Apesar dos tempos que correm e de constantes lamúrias/reivindicações face ao estado da "nossa" Educação, continuo a acreditar no valor da mensagem que os professores "carpinteiros" validam todos os dias: ensinar e aprender andam de mãos dadas. Por isso mesmo, com a devida permissão da Cat, minha aluna, coloco aqui um texto de sua autoria que considerei um verdadeiro tesouro. Prova que ainda somos testemunhas de excepcionais seres em formação, que poderão trazer alegrias e mais-valias ao nosso futuro  e às da sua geração.

«Sinto-me desassossegada. Pois as palavras ganham um novo sentido quando não se tornam previsíveis; ganham uma nova vida quando propõem olhares e despertam perplexidades, quando inquietam o pensamento. E tornam-se sempre insuficientes quando com elas queremos dizer o que nos vai para lá da alma. Como agora.

 

A todos vocês que embarcaram comigo, aqui vos chamo de amigos.

 

Aos meus “amigos de viagem”, que embarcaram no mesmo cais, reservo uma passagem para

a outra margem, a da amizade, é um lugar certo no canto do coração e da memória.

 

Tudo o que com vocês partilhei, aprendi e adquiri vai servir-me de auto-alimento e de referência para dias mais tarde, para tempos que estão para vir…

 

A vossa prontidão e alerta nas horas certas, em que a minha maior vontade era recuar diante dos desafios, nunca vou esquecer.

 

Pois em cada acto de retorno consegui construir mais uma meta e, chegar ao fim, sempre de braço dado com vocês.

 

Palavras, gritos, sorrisos, lágrimas foi aquilo que vi ao longo desta caminhada, mas o que senti foi sem dúvida muito mais.

 

Cresci enquanto pessoa e aprendi a ser diferente com as vossas palavras certas no meu momento errado.

 

Tive um porto de abrigo seguro, roupa lavada e comida na mesa e muito mais. A vós vos louvo.

 

A ti que estiveste longe, mas que sempre me apoiaste incondicionalmente e acreditaste que eu era capaz quando eu julgava o contrário, te elevo.

 

E agora, na pobreza dos gestos e na fragilidade das palavras, nada mais me ocorre que este “obrigada”.

 

E agora a palavra-chave: Boa Sorte!»

A ti Cat, agradeço eu, por me ofereceres esta pérola.

Na Floresta do Alheamento
























Na sequência da leitura de um post colocado no http://prisaodepalavras.blogspot.com, vieram-me à memória deliciosas palavras desse homem fabuloso, que sempre conseguiu, consegue e conseguirá preencher a minha alma: Fernando Pessoa.

E assim nós morremos a nossa vida, tão atentos separadamente

a morrê-la que não reparamos que éramos um só, que cada

um de nós era uma ilusão do outro, e cada um, dentro de si, o

mero eco do seu próprio ser. . .

Zumbe uma mosca, incerta e mínima. . .

Raiam na minha atenção vagos ruídos, nítidos e dispersos, que

enchem de ser já dia a minha consciência do nosso quarto...

Nosso quarto? Nosso de que dois, se eu estou sozinho? Não sei.

Tudo se funde e só fica, fingindo, uma realidade-bruma em que

a minha incerteza soçobra e o meu compreender-me, embalado

de ópios, adormece. . .

A manhã rompeu, como uma queda, do cimo pálido da Hora.

. . Acabaram de arder, meu amor, na lareira da nossa vida,

as achas dos nossos sonhos.. .

Desenganemo-nos da esperança, porque trai, do amor, porque

cansa, da vida, porque farta, e não sacia, e até da morte, porque

traz mais do que se quer e menos do que se espera.

Desenganemo-nos, ó Velada, do nosso próprio tédio, porque

se envelhece de si próprio e não ousa ser toda a angústia que é.

Não choremos, não odiemos, não desejemos. . .

Cubramos, ó silenciosa, com um lençol de linho fino o perfil

hirto da nossa Imperfeição. . .

F. P.

O Eu profundo e os outros Eus

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