domingo, 3 de maio de 2009
sábado, 2 de maio de 2009
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Pérolas

«Sinto-me desassossegada. Pois as palavras ganham um novo sentido quando não se tornam previsíveis; ganham uma nova vida quando propõem olhares e despertam perplexidades, quando inquietam o pensamento. E tornam-se sempre insuficientes quando com elas queremos dizer o que nos vai para lá da alma. Como agora.
A todos vocês que embarcaram comigo, aqui vos chamo de amigos.
Aos meus “amigos de viagem”, que embarcaram no mesmo cais, reservo uma passagem para
a outra margem, a da amizade, é um lugar certo no canto do coração e da memória.
Tudo o que com vocês partilhei, aprendi e adquiri vai servir-me de auto-alimento e de referência para dias mais tarde, para tempos que estão para vir…
A vossa prontidão e alerta nas horas certas, em que a minha maior vontade era recuar diante dos desafios, nunca vou esquecer.
Pois em cada acto de retorno consegui construir mais uma meta e, chegar ao fim, sempre de braço dado com vocês.
Palavras, gritos, sorrisos, lágrimas foi aquilo que vi ao longo desta caminhada, mas o que senti foi sem dúvida muito mais.
Cresci enquanto pessoa e aprendi a ser diferente com as vossas palavras certas no meu momento errado.
Tive um porto de abrigo seguro, roupa lavada e comida na mesa e muito mais. A vós vos louvo.
A ti que estiveste longe, mas que sempre me apoiaste incondicionalmente e acreditaste que eu era capaz quando eu julgava o contrário, te elevo.
E agora, na pobreza dos gestos e na fragilidade das palavras, nada mais me ocorre que este “obrigada”.
E agora a palavra-chave: Boa Sorte!»
A ti Cat, agradeço eu, por me ofereceres esta pérola.
Na Floresta do Alheamento

E assim nós morremos a nossa vida, tão atentos separadamente
a morrê-la que não reparamos que éramos um só, que cada
um de nós era uma ilusão do outro, e cada um, dentro de si, o
mero eco do seu próprio ser. . .
Zumbe uma mosca, incerta e mínima. . .
Raiam na minha atenção vagos ruídos, nítidos e dispersos, que
enchem de ser já dia a minha consciência do nosso quarto...
Nosso quarto? Nosso de que dois, se eu estou sozinho? Não sei.
Tudo se funde e só fica, fingindo, uma realidade-bruma em que
a minha incerteza soçobra e o meu compreender-me, embalado
de ópios, adormece. . .
A manhã rompeu, como uma queda, do cimo pálido da Hora.
. . Acabaram de arder, meu amor, na lareira da nossa vida,
as achas dos nossos sonhos.. .
Desenganemo-nos da esperança, porque trai, do amor, porque
cansa, da vida, porque farta, e não sacia, e até da morte, porque
traz mais do que se quer e menos do que se espera.
Desenganemo-nos, ó Velada, do nosso próprio tédio, porque
se envelhece de si próprio e não ousa ser toda a angústia que é.
Não choremos, não odiemos, não desejemos. . .
Cubramos, ó silenciosa, com um lençol de linho fino o perfil
hirto da nossa Imperfeição. . .
F. P.
O Eu profundo e os outros Eus
quarta-feira, 29 de abril de 2009
The end of pain!

Há dias assim...

terça-feira, 28 de abril de 2009
A coerência que vá dar uma volta à esquina....

segunda-feira, 27 de abril de 2009
Untraceable
Foi uma surpresa muito agradável descobrir um filme que, na sequência de outros trillers do meu agrado (Silêncio dos inocentes, Hannibal, O coleccionador de ossos, Sete pecados mortais), conseguiu instalar a expectativa constante, a revolta interior, o desejo de insurgir-me contra um mundo que se torna, cada vez mais, ávido de emoções violentas e sem controlo, ou qualquer tipo de moderação vs consideração.Resumo: “A agente do FBI Jennifer Marsh é incumbida de investigar e descobrir um serial killer que coloca vídeos ao vivo das suas vitimas na Internet num site impossível de detectar. À medida que o tempo passa o jogo do gato e do rato torna-se cada vez mais pessoal…”
Titulo Original: Untraceable
Titulo Português: Indetectável
Ano: 2008
Realização: Gregory Hoblit
Argumento: Robert Fyvolent, Mark Brinker
Actores: Diane Lane, Colin Hanks, Billy Burke, Joseph Cross, Mary Beth Hurt, Tim De Zarn, Daniel Liu
Géneros adicionais do filme: Thriller
“We can be slaves or we can be Lycans!”

Título: Anjos da Noite: A Revolução
Título Original: Underworld 3: The Rise of the Lycans
Género: Suspense
País/Ano: EUA / 2009
Director: Patrick Tatopoulos
Para quem aprecia este tipo de filmes, eu sou uma dessas pessoas, agradou-me este recuar às origens e à explicação da história. Apesar de previsível,apresenta-se coerente e fiel à sequela.
domingo, 26 de abril de 2009
Sereia ou Baleia?

Recebi este e-mail esta semana e achei delicioso...
Há uns dias, numa cidade de França, um cartaz, com uma jovem espectacular, na montra de um ginásio, dizia: "ESTE VERÃO, QUERES SER SEREIA OU BALEIA?"
Dizem que uma mulher jovem-madura, cujas características físicas não interessam, respondeu à pergunta publicitária nestes termos:
"Estimados Senhores:
sábado, 25 de abril de 2009
Pinguim

quinta-feira, 23 de abril de 2009
Merci bien à Passionária!

23 de Abril = Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor


quarta-feira, 22 de abril de 2009
Notes//3

Notes//2

Notes//countdown

Num dos vários trabalhos que tenho, actualmente, deparo-me com livros fantásticos e desconhecidos da maior parte das pessoas. Ou porque os seus autores não tiveram grande reconhecimento, ou porque os seus temas já caíram em desuso, não estando minimamente em consonância com a realidade dos nossos dias. A parte mais aborrecida deste trabalho é o facto de ser alérgica ao pó, o que obriga-me a algumas interrupções e corridas ao WC, chegando a questionar-me se algum dia ficarei sem pele nas mãos, de tanto lavá-las. Claro que, não obstante este facto, não me incomoda muito esta minha alergia. Assim, quando alguém observador visita a minha casa, tenho sempre a desculpa na ponta da língua: «- Não repares, mas não posso estar sempre a limpar o pó, tanto por falta de tempo, como pelos meus problemas de alergia!». Uma pessoa arguta vai logo perceber que não sou muito dada às lides da casa, but whatever! Partilho convosco três apontamentos que li e considerei absolutamente deliciosos.
domingo, 19 de abril de 2009
E porque existem Amores Eternos #4

O estado de espírito também não era dos melhores. Domingo, aquele dia de que já vos falei, véspera de início de semana de trabalho. Dia do chinelo de andar por casa.
Acabei por sair à noite por motivos de razão maior: o meu Benfica jogava com o Vitória de Setúbal. Valeu bem o esforço: o meu cachecol bem vermelho e os quatro golos marcados aqueceram-me as mãos, o corpo e a alma.
Deo gratias por estes Amores Eternos, porque mesmo quando vacilam, mais tarde ou mais cedo, acabam sempre por proporcionar-nos grandes alegrias.
sábado, 18 de abril de 2009
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Músicas do meu quotidiano #3

Tu sais ma puce, j'ai perdu ton regard
Músicas do meu quotidiano #2
Green Day
.jpg)
I walk a lonely road
The only one that I have ever known
Don't know where it goes
But it's home to me and I walk alone
I walk this empty street
On the Boulevard of broken dreams
Where the city sleeps
And I'm the only one and I walk alone
I walk alone
I walk alone
I walk alone
I walk a...
My shadow's the only one that walks beside me
My shallow heart's the only thing that's beating
Sometimes I wish someone out there will find me
'til then I walk alone
Ahh Ahh Ahh Ahhh
Ahh Ahh Ahh Ahhh...
I'm walking down the line
That divides me somewhere in my mind
On the borderline of the edge
And where I walk alone
Read between the lines of what's
Fucked up and everything's all right
Check my vital signs to know I'm still alive
And I walk alone
I walk alone
I walk alone
I walk alone
I walk a...
My shadow's the only one that walks beside me
My shallow heart's the only thing that's beating
Sometimes I wish someone out there will find me
'Til then I'll walk alone
Ah-Ah Ah-Ah Ah-Ah Ahhh
Ah-Ah Ah-Ah I walk alone, I walk a...
I walk this empty street
On the Boulevard of broken dreams
Where the city sleeps
And I'm the only one and I walk a..
My shadow's the only one that walks beside me
My shallow heart's the only thing that's beating
Sometimes I wish someone out there will find me
'til then I walk alone!
Réponse #2
It is to be willingly imprisoned;
But how may its favors cause
Luís de Camões
Obrigada a Poemas do Mundo
Réponse

quinta-feira, 16 de abril de 2009
Depeche Mode no Super Bock Super Rock Porto 2009
“Tour Of The Universe 2009”Depeche Mode no Porto a 11 de Julho ... I'll be there!
«Sounds of the Universe» ... I've got it!
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Vamos pensar na personagem: real ou fictícia?
Indumentária vermelha, a condizer com a sua avidez por sangue, bem como pelo que se encontra nas suas entranhas: desejo efervescente, reflexo de uma alma em chamas.
Uma devoradora inata, sem piedade pelos fracos e sem nenhum receio pela própria vida. Determinada e destemida, confronta-se com o incerto e desconhecido ao percorrer as ruas à noite, contornando os muros do cemitério e repousando o corpo nas lajes de uma campa qualquer.
Alvo? Um ser humano aleatório, se bem que os do sexo masculino lhe agucem o paladar. O travo a estupidez e mentira é tão forte que a satisfazem na plenitude! O odor também é penetrante, pestilento e infiltra-se no seu âmago, mas agrada-lhe e inspira profundamente a cada bafejo que lhe chega ao nariz.
Ao mesmo tempo, almeja secretamente encarnar o papel de vigilante, qual polícia de segurança pública, protegendo a população em geral. Ah, ah! Contudo, algo a impede. Esforça-se por romper com a sua natureza cruel e desumana, mas é mais forte do que ela.
O tempo e o espaço diluem-se para ela e caminha em passo acelerado. Corre desmesuradamente para não pensar muito e com receio de vacilar. Não pode e não quer ir contra o seu ser. Seria o mesmo que trair toda a sua ascendência.
A Mensageira das Violetas
CEGUEIRA BENDITA
De ter nascido e não saber quem sou,
Ando ceguinha a tatear paredes
E nem ao menos sei quem me cegou!
Não vejo nada, tudo é morto e vago...
E a minha alma cega, ao abandono
Faz-me lembrar o nenúfar dum lago
´Stendendo as asas brancas cor do sonho...
Ter dentro d´alma na luz de todo o mundo
E não ver nada nesse mar sem fundo,
Poetas meus irmãos, que triste sorte!...
E chamam-nos a nós Iluminados!
Pobres cegos sem culpas, sem pecados,
A sofrer pelos outros té à morte!
terça-feira, 14 de abril de 2009
It seems like it



















