terça-feira, 11 de novembro de 2014

Se não há equipa, maior a resistência à mudança

«Quando a cultura resiste à mudança: caminhos para a diferenciação competitiva e liderança de mercado.
Quem tem responsabilidades de gestão sabe que precisa de reposicionar a empresa. A forma como as pessoas fazem a empresa funcionar, pensar e agir pode ser válida hoje, mas no futuro que tem em perspetiva, os métodos atuais não vão funcionar. O desafio é mover a organização do lugar onde se posiciona para onde necessita estar, de forma a concretizar a sua visão para o futuro. É necessário atuar, antes que esse futuro o atropele.
Qualquer que seja o rumo que pretenda dar à organização, precisará do apoio e compromisso de grande maioria dos diretores e demais colaboradores, para que essas iniciativas tenham sucesso. Para que as pessoas abracem a nova visão e cooperem de forma a alcançá-la é bastante mais desafiador do que a própria definição do novo rumo. É natural a resistência à mudança ou existe algo mais básico do que isso? O desafio é compreender o que tem de ser feito enquanto a organização continua a vida normal.
A chave para uma mudança significativa subjaz ao alinhamento dos pensamentos, ações e comportamento (a manifestação da cultura organizacional) com uma visão claramente comunicada.»

in Marketeer, setembro 2003 (artigo elaborado por James F. Hugget, vice-presidente, Partner e consultor sénior da AchieveGlobal).

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

I need to believe...

A minha vida tem tido tantas ramificações ultimamente que dificilmente conseguiria condensá-las numa página. Mas voltei para o meu abrigo, para o meu espaço digital, para as coisas que fazem parte do meu ser, para mim mesma. Cada vez mais, sinto a necessidade de voltar para mim. Eu sou a pessoa mais importante da minha vida. Sem mim, não existia. Todos os momentos da minha vida em que me esqueci de mim, sofri. E estou farta de sofrer, especialmente por causa dos outros. Agora só falta acreditar!

O melhor de 4 casamentos e um funeral



Conheci pela primeira vez este poema quando vi o filme. Apaixonei-me de imediato, como é meu hábito e em dias tristes ilumina de uma forma bizarra a minha alma.


Funeral Blues


Stop all the clocks, cut off the telephone,
Prevent the dog from barking with a juicy bone,
Silence the pianos and with muffled drum
Bring out the coffin, let the mourners come.

Let aeroplanes circle moaning overhead
Scribbling on the sky the message 'He is Dead'.
Put crepe bows round the white necks of the public doves,
Let the traffic policemen wear black cotton gloves.

He was my North, my South, my East and West,
My working week and my Sunday rest,
My noon, my midnight, my talk, my song;
I thought that love would last forever: I was wrong.

The stars are not wanted now; put out every one,
Pack up the moon and dismantle the sun,
Pour away the ocean and sweep up the wood;
For nothing now can ever come to any good.



Wystan Hugh Auden
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