segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

«Attraction»

Love, love, love this photographer!!!

take time to smell the joy

The magic hour

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Deu-me para rir..

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

E porque existem Amores Eternos #10

















Zero de conquistas,
zero de satisfação,
aqui não há razão
para haver campeão...
Em Alvalade, o jogo é mau o ano inteiro
...Em Alvalade já ninguém possui dinheiro
Al-va-la-de, já não dá...

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Mestre

Estou Cansado
Estou cansado, é claro,
Porque, a certa altura, a gente tem que estar cansado.
De que estou cansado, não sei:
De nada me serviria sabê-lo,
Pois o cansaço fica na mesma.
A ferida dói como dói
E não em função da causa que a produziu.
Sim, estou cansado,
E um pouco sorridente
De o cansaço ser só isto —
Uma vontade de sono no corpo,
Um desejo de não pensar na alma,
E por cima de tudo uma transparência lúcida
Do entendimento retrospectivo...
E a luxúria única de não ter já esperanças?
Sou inteligente; eis tudo.
Tenho visto muito e entendido muito o que tenho visto,
E há um certo prazer até no cansaço que isto nos dá,
Que afinal a cabeça sempre serve para qualquer coisa.

Álvaro de Campos, in "Poemas" 

Tributo a outro Olhar

Voando....

... no meio do vento, enlaçando-me na sua espiral,  balançando-me em pura, doce e espontânea alegria de estar viva e estrebuchar! Happy like the wind!
Legenda: Dream in Colours

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Advertência a «Folhas Caídas»

«Antes que venha o Inverno e disperse ao vento essas folhas de poesia que por aí caíram, vamos escolher uma ou outra que valha a pena conservar, ainda que não seja senão para memória.
A outros versos chamei eu já as últimas recordações de minha vida poética. Enganei o público, mas de boa fé, porque me enganei primeiro a mim. Protestos de poetas que sempre estão a dizer adeus ao mundo, e morrem abraçados com o louro - às vezes imaginário, porque ninguém os coroa.
Eu pouco mais tinha de vinte anos quando publiquei certo poema, e jurei que eram os últimos versos que fazia. Que juramentos!
Se dos meus se rirem, têm razão; mas saibam que eu também primeiro me ri deles. Poeta na primavera, no estio e no outono da vida, hei-de sê-lo no inverno, se lá chegar, e hei-de sê-lo em tudo. Mas dantes cuidava que não, e nisso ia o erro.
Os cantos que formam esta pequena colecção pertencem todos a uma época de vida íntima e recolhida que nada tem com as minhas outras colecções.
Essas mais ou menos mostram o poeta que canta diante do público. Das Folhas Caídas ninguém tal dirá, ou bem pouco entende de estilos e modos de cantar.
Não sei se são bons ou maus estes versos; sei que gosto mais deles do que nenhuns outros que fizesse. Porquê? É impossível dizê-lo, mas é verdade. E, como nada são por ele nem para ele, é provável que o público sinta bem diversamente do autor. Que importa?»

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Bom dia, Alegria!!!!

Hoje, sinto-me uma flor...

E porque existem Amores Eternos #9

E Pluribus Unum!!!

2 is my lucky number today ;))

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

«Seriamente na boa!»

Quero agradecer ao Helder Mendes por esta fotografia fabulosa, pois no minuto imediato em que a descobri, senti que aquela postura, aquele olhar, aquela tranquilidade e paz, era o que mais desejava alcançar! Estou a caminho...

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

«____A ViDa NuMa CaIxA De PaPeLÃO____»

É nestas alturas que me questiono: «- queixas-te do quê????»
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