
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
ORQUESTRA SINFÓNICA PORTUGUESA A PASTORAL

Teatro e Cinema

Experimenta Design 2009 Lisboa

Há duas formas de pensar o tema “It’s About Time”. Num sentido literal, tudo se relaciona com tempo. O tempo é um factor omnipresente. Mas enquanto expressão idiomática, “It’s About Time” remete para uma ideia de urgência: “está na hora de fazer alguma coisa, de tomar uma atitude”. A EXD'09/LISBOA articula estas duas abordagens do seu tema num programa desafiante: reflectir sobre o papel do tempo no design e nas disciplinas projectuais. A urgência é óbvia. Por um lado, parece não haver tempo para confrontar as questões prementes de um mundo à beira do colapso económico e ecológico.
Seguindo a lógica autoral da exposição, com curadoria do alemão Hans Maier-Aichen, a publicação Lapse in Time representa um complemento aos conteúdos expositivos. Com uma abordagem poética, foi desenhada por Piero Glina e Daniel Schludi, combinando sedutoras imagens a preto e branco que revelam pormenores não detectáveis na visita à exposição. Com fotografias de Lisboa actual, integra textos que ilustram statements conceptuais dos participantes. Dezoito designers desafiantes de todo o mundo apresentam os seus mais recentes trabalhos que expandem e confundem as fronteiras tradicionais do design de produto, levando-o ao limiar da arte, ciência, sustentabilidade, ecologia e referente sociocultural.
E porque existem Amores Eternos # 7
Este Benfica é uma desilusão - Por Ricardo Araújo Pereira
PRIMEIRO, foram as contratações. Como podiam ser boas se o Benfica faz contratações todos os anos e não tem ganho grande coisa? E a este raciocínio, que seria excelente se não fosse falacioso, seguiram-se outras considerações. Um espanhol por sete milhões? Um absurdo. Se fosse bom, o Real Madrid ficava com ele. Saviola? Um bluff, disseram uns. Vem passar férias e é tão mau jogador como Aimar, disse um candidato a presidente do Benfica. Um homem com visão.
Depois, foi o treinador. Era inexperiente, não tinha categoria e foi contratado fora de tempo. Fez um trabalho apenas regular no Braga, disseram uns. Iria ser dos treinadores mais rapidamente despedidos da História, disse um candidato a presidente do Benfica - para quem o treinador ideal era Carlos Azenha (por coincidência, um dos treinadores mais rapidamente despedidos da História).
E a seguir foi a maldita pré-época. Que interessava ganhar todas as competições? Muitas vezes, as equipas que fazem as melhores exibições na pré-época são as que jogam pior no campeonato, disseram uns. O candidato a presidente do Benfica é que nunca mais disse nada, o que é pena.Depois, vieram os primeiros jogos do campeonato. Sim, a equipa joga bem, mas é demasiado cedo para estar a jogar bem, disseram uns. Ao que parece, as boas exibições têm o seu tempo, e não é este. O Benfica, por incompetência ou ingenuidade, cometia a estupidez de jogar bom futebol. Logo a seguir, veio a primeira goleada - curiosamente, a maior das últimas décadas. Não impressionou.
Normalíssimo, disseram uns. No ano passado também deram seis ao Marítimo e depois ficaram dois meses sem marcar, disseram outros. Havia que esperar pela semana seguinte. E então, esperou-se. Infelizmente, houve nova goleada. E depois, nova vitória. Os reforços são óptimos, o treinador é muito competente, a pré-época cumpriu as suas promessas, e as goleadas persistem. Não se faz. É muito aborrecido quando a realidade contraria sistematicamente os desejos das pessoas. Julgo que este Benfica deve um pedido de desculpas a muita gente.
Até aos benfiquistas, que também estão desiludidos. Que graça tem estar a ganhar por três ao quarto de hora? Que sentido faz um adepto ter de pedir ao companheiro do lado que lhe ausculte o peito, a ver se o coração continua a bater? Não há um resultado tangencial que o sobressalte, um contra-ataque perigoso que o faça palpitar, uma bola na trave que o obrigue a dar sinal. O sr. Jorge Jesus e os seus pupilos têm consciência das dores musculares com que um ser humano fica quando é forçado a levantar-se de um salto oito vezes no espaço de uma hora e meia? Eu pago para ver futebol, não é para fazer aeróbica. Aviso já que vou passar a levantar-me apenas de três em três golos, uma vez que não tenho preparação física para acompanhar esta equipa. Espero em breve levantar-me por cinco vezes. Como sabem, ando há muito tempo a desejar um
Nota máxima em Português
A reinvenção da escrita, por um árbitro de futebol.
RELATÓRIO DE ÁRBITRO (VERÍDICO)
Dá para entender porque é que não são públicos estes relatórios...
Sometime Around Midnight

sometime around midnight
or at least that's when
you lose yourself
for a minute or two
As you stand...
under the barlights
and the band plays some song
about forgetting yourself for a while
and the piano's this melancholy soundcheck
to her smile
And that white dress she's wearing
you haven't seen her
for a while
But you know...
that she's watching
She's laughing, she's turning
she's holding her tonic like a crux
The room suddenly spinning
she walks up and asks how you are
so you can smell her perfume
you can see her lying naked in your arms
And so there's a change...
in your emotions
and all of these memories come rushing
like feral waves to your mind
of the curl of your bodies
like two perfect circles entwined
and you feel hopeless, and homelss
and lost in the haze
of the wine
And she leaves...
with someone you don't know
but she makes sure you saw her
she looks right at you and bolts
As she walks out the door
your blood boiling
your stomach in ropes
and when your friends say what is it
you look like you've seen a ghost
And you walk...
under the streetlights
and you're too drunk to notice
that everyone is staring at you
and you so care what you look like
the world is falling
around you
You just have to see her
You just have to see her
You just have to see her
You just have to see her
You just have to see her
and you know that she'll break you
in two
sábado, 31 de outubro de 2009
«Amizades»

quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Hiding stuff

domingo, 25 de outubro de 2009
Sunday mood

Again and again
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sábado, 24 de outubro de 2009
Músicas da vida

sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Somos originais e criativos mesmo!

quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Professores

Deliciem-se...
Texto notável de Ricardo Araújo Pereira!
Profs....a culpa é deles!
Neste momento, é óbvio para todos que a culpa do estado a que chegou o ensino é (sem querer apontar dedos) dos professores. Só pode ser deles,aliás.Os alunos estão lá a contragosto, por isso não contam. O ministério muda quase todos os anos, por isso conta ainda menos. Os únicos que se mantêm tempo suficiente no sistema são os professores. Pelo menos os que vão conseguindo escapar com vida.É evidente que a culpa é deles.E, ao contrário do que costuma acontecer nesta coluna, esta não é uma acusação gratuita. Há razões objectivas para que os culpados sejam os professores.
Reparem: quando falamos de professores, estamos a falar de pessoas que escolheram uma profissão em que ganham mal, não sabem onde vão ser colocados no ano seguinte e todos os dias arriscam levar um banano de um aluno ou de qualquer um dos seus familiares.O que é que esta gente pode ensinar às nossas crianças? Se eles possuíssem algum tipo de sabedoria, tê-Ia-iam usado em proveito próprio. É sensato entregar a educação dos nossos filhos a pessoas com esta capacidade de discernimento?Parece-me claro que não. A menos que não se trate de falta de juízo mas sim de amor ao sofrimento.O que não posso dizer que me deixe mais tranquilo. Esta gente opta por passar a vida a andar de terra em terra, a fazer contas ao dinheiro e a ensinar o Teorema de Pitágoras a delinquentes que lhes querem bater. Sem nenhum desprimor para com as depravações sexuais -até porque sofro de quase todas -, não sei se o Ministério da Educação devia incentivar este contacto entre crianças e adultos masoquistas. Ser professor, hoje, não é uma vocação; é uma perversão. Antigamente, havia as escolas C+S; hoje, caminhamos para o modelo de escola S/M. Havia os professores sádicos, que espancavam alunos; agora há os professores masoquistas, que são espancados por eles. Tomando sempre novas qualidades, este mundo. Eu digo-vos que grupo de pessoas produzia excelentes professores: o povo cigano. Já estão habituados ao nomadismo e têm fama de se desenvencilhar bem das escaramuças. Queria ver quantos papás fanfarrões dos subúrbios iam pedir explicações a estes professores. Um cigano em cada escola, é a minha proposta. Já em relação a estes professores que têm sido agredidos, tenho menos esperança. Gente que ensina selvagens filhos de selvagens e, depois de ser agredida, não sabe guiar a polícia até à árvore em que os agressores vivem,claramente, não está preparada para o mundo.
Ricardo Araújo Pereira in Opinião, Boca do Inferno, Revista Visão
Turning back in time...

Raindrops on roses and whiskers on kittens
Bright copper kettles and warm woolen mittens
Brown paper packages tied up with string
These are a few of my favourite things!
Cream colored ponies and crisp apple strudels
Doorbells and slay bells and schnitzel with noodles
Wild gees that fly with the moon on their wings
These are a few of my favourite things!
Girls in white dresses with blue satin sashes
Snowflakes that stay on my nose and eye lashes
Silver white winters that melt into spring
These are a few of my favourite things!
When the dog bites, when the bee stings
When I'm feeling sad, I simply remember
my favourite things!
and then I don't feel so bad!
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Glad to know

segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Waking feeling full alive....

domingo, 18 de outubro de 2009
Friendship

Cadáveres

sexta-feira, 16 de outubro de 2009
SE TU VIESSES VER-ME...

my lovely CHARNECA EM FLOR
1931domingo, 11 de outubro de 2009
Um dia perfeito...

sexta-feira, 9 de outubro de 2009
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Mazal tov
Tonight's the night
Let's live it up
I got my money
Let's spend it up
Go out and smash it
Like Oh My God
Jump off that sofa
Let's get get off
I know that we'll have a ball
If we get down and go out
And just loose it all
I feel stressed out
I wanna let it go
Let's go way out spaced out
And loosing all control
Fill up my cup
Mazal tov
Look at her dancing
Just take it off
Let's paint the town
We'll shut it down
Let's burn the roof
And then we'll do it again
Let's do it
Let's do it
Let's do it
Let's do it
And do it
And do it
Let's live it up
And do it
And do it
And do it, do it, do it
Let's do it
Let's do it
Let's do it 'cuz
I gotta feelin'
That tonight's gonna be a good night
That tonight's gonna be a good night
That tonight's gonna be a good good night (x2)
Tonight's the night
Let's live it up
I got my money
Let's spend it up
Go out and smash it
Like Oh My God
Jump off that sofa
Let's get get off
Fill up my cup (Drink)
Mazal tov (Le chaim)
Look at her dancing (Move it Move it)
Just take it off
Let's paint the town
We'll shut it down
Let's burn the roof
And then we'll do it again
Let's do it
Let's do it
Let's do it
Let's do it
And do it
And do it
Let's live it up
And do it
And do it
And do it, do it, do it
Let's do it
Let's do it
Let's do it, do it, do it
Here we come
Here we go
We gotta rock
Easy come
Easy go
Now we on top
Feel the shot
Body rock
Rock it don't stop
Round and round
Up and down
Around the clock
Monday, Tuesday
Wednesday and Thursday
Friday, Saturday
Saturday and Sunday
Get get get get get with us
You know what we say
Party every day
Pa pa pa Party every day
And I'm feelin'
That tonight's gonna be a good night
That tonight's gonna be a good night
That tonight's gonna be a good good night
I gotta feelin'
That tonight's gonna be a good night
That tonight's gonna be a good night
That tonight's gonna be a good good night
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Living = Dancing :)
E porque existem Amores Eternos #6

Folheto encontrado na mesa de um café
domingo, 6 de setembro de 2009
Esquecer ou recordar...

Tem sido muito difícil quebrar este hiato de escrita, talvez porque este post era para ter saído nesta data, mas só agora (05/10/09) parece que vou «quebrar o gelo». Os dias que precederam esta data foram, simultaneamente, para esquecer e recordar. Mesmo sentindo a cabeça a turbilhonar de ideias, emoções e sensações, noutras alturas passíveis de irem parar ao prato do blog, terminaram na cadeia e foi complexa a sua libertação. Se, por um lado, sentia-me repleta de sentimentos que queria partilhar, por outro, o meu âmago estava vazio e sem alento. Talvez a palavra sufocar fosse a que melhor traduzisse o momento que estava a passar. Ter tanto para dizer e nada sair. Sentir tanto, para não sentir nada. Abrir a porta é sinónimo de soltar a mágoa, a tristeza, a saudade, tal como, estranhamente, a alegria e a felicidade. Relembrar momentos mágicos passados em família, comungando de um festejo único, bem como despedir-me de uma avó fantástica, de uma das minhas melhores amigas, que esteve, está e estará sempre presente nas nossas vidas, física ou espiritualmente. O nosso núcleo já tinha tido uma perda irreparável este ano, por isso tornou-se ainda mais penoso ter que confrontarmo-nos com outra.
« - Quem é?
- É a minha amiga I. filha do senhor do T.
- Ah, não estava a reconhecer…»
Não fazia mal nenhum, pois para mim era sempre a mesma doçura de ser.
No dia do funeral estávamos todas juntas e comungávamos da dor of our beloved friend and her family. Curiosamente, apareceu uma «amiga» que por motivos inócuos afastou-se do grupo e não me contive: «- É pena que das duas últimas vezes que nos encontramos, estejamos a chorar e não a rir.»


